Mattias, com 3 anos e 4 meses, explicando para sua mãe:
– Sabe, mãe, que quando eu ela quiancinha eu já morri? Mas é que depois eu desmorri.
Mattias, com 3 anos e 4 meses, explicando para sua mãe:
– Sabe, mãe, que quando eu ela quiancinha eu já morri? Mas é que depois eu desmorri.
– É. Não pode fumar. – responde sua mãe.
– Ah, tá. [pequena pausa] É que nós não somos “ibidos”.
– Como é que é?
– Nós não somos “ibidos”, mãe. Nós somos humanos.
Theo, com 4 anos e 7 meses, durante o café da manhã:
– Sabe, tem gente que é tio e tem gente que é pai.
– É, tem gente que não tem filho, tem gente que tem sobrinho, mas também tem tio que depois de ser tio tem filho e vira pai também – complica sua mãe.
– Mas tem gente que nasceu pra ser tio e tem gente que nasceu pra ser pai. Eu nasci pra ser pai.
(e ponto final! :))
Luca, com 5 anos e 8 meses, viajando com a família:
– O que você quer ser quando crescer, Luca? Piloto? – pergunta sua avó.
– Eu quero ser pai – responde o outro paterninho.
Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
.Theo, ainda com 4 anos e 8 meses, indo para a escola com o pai:
– Pai, você tem um dinheiro para eu comprar uma pipoquinha?
– Ixi, filho, não… só tenho cartão. – responde o pai após abrir a carteira.
– Ah, tudo bem. – responde o rapazinho em um dia calmo.
Mas o pai aproveita para tentar iniciar a “educação financeira” do rebento:
– Você sabe a diferença entre dinheiro e cartão, Theo?
E ele responde “de bate-pronto”:
– Claro, né? Dinheiro é mole, e cartão é duro!
Tarsila, com 4 anos e ótimas observações:
– Pai, conta história?
– Hoje você conta para eu ouvir.
– Mas se você contar, você também vai ouvir.
…
– Tatá, não puxa sua irmãzinha, porque ela perde o controle e cai.
– Mãe, a gente tem controle? Cadê meu número??
– Mãe, cana de açúcar vem da natureza, né?
– É filho… – responde sua mãe.
– E cacau também vem da natureza, né?
– É filhinho…
– Então, chocolate vem da natureza e é saudável. Eu quero!