Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
– Desenhos de gente morta. – responde Cauã.
– Que tipo de desenho?
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
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Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
.Guga, com 5 anos, explicando sua mais recente descoberta para a mãe:
– Papai do Céu fez os malvados sem querer. Daí ele disse (batendo a mão na testa): “Ai, não devia ter feito…!”. Aí, ele fez os super-heróis pra poder cuidar dos malvados!
Luca, com 5 anos e pouco, aprofundando seus conhecimentos sobre cardiologia:
– Pai, o coração tem coração? Dentro dele tem coração?
– Meu pai consertou a descarga e agora tá consionando!!!
—-
E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:
– Dóga, esse contole não fununcia!
—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)
Theo, com 4 anos e meio, mexendo no pé da avó, que tem Joanete e alguns calos:
– Ihhh, Vó, seu pé não deu certo, hein?
Lina, com três anos e meio, ajudando o papai a fazer sopa:
– É que eu adoro fazer recortagem, eu adoro… recortagem de batatas.
Theo, com 4 anos e 4 meses, em dois momentos das últimas semanas:
Na escola
– Theo, eu já pedi para você parar e eu não estou de brincadeira – diz a professora.
– E eu também não estou de brincadeira, estou de… maldição! – responde o “príncipezinho”.
Passado um tempo, ela tenta ignorá-lo para ver se muda o foco, mas ele insiste em chamar a atenção com provocações…
– Theo, eu não estou conversando com você agora.
– Mas eu estou conversando com você! (pausa e mudança de expressão com um sorriso falsinho) – Oi, Grazi! Tudo bem?
Em casa
Com o pai, depois de irem juntos ao dentista:
– Pai, o seu médico de dentes queria ser médico de dentes quando era criança, né?
– Provavelmente sim, filho.
– E você, o que queria ser quando era criança?
– Ah, eu queria ser muitas coisas, algumas eu sou, outras não… eu já quis ser médico, médico de cachorro…
– Médico de cachorro? – interrompe Theo, achando muito engraçado. – Médico de cachorro não existe, né, pai? Você tá falando do veterinário?