– Hum…que delicia! – observou a mãe, depois de provar a invenção.
E, sem modéstia, ele concluiu:
– Viiiiu! Eu sou um cozinhor!
– Hum…que delicia! – observou a mãe, depois de provar a invenção.
E, sem modéstia, ele concluiu:
– Viiiiu! Eu sou um cozinhor!
Lina, com 3 anos e 8 meses, lá no Rio de Janeiro:
– É hoje que é amanhã, mamãe?
E Theo, com 4 anos e 2 meses aqui em São Paulo, talvez um pouco entediado com a rotina:
– Hoje é Hoje? Mas todo dia é hoje? E amanhã é sempre amanhã?
Olívia, com três anos e meio, deliciando-se com um cacho de uvas sem caroço:
– Mamãe, eu gosto dessa uva, ela não tem osso…
Outro dia, ela estava olhando o album de casamento dos pais com a tia Ana.
A Lúcia é prima do Hugo e, quando tinha uns dois anos, apaixonou-se por uma cor: a roxa.
Certa vez, ela chegou em casa enquanto a avó tricotava algumas roupas e pediu:
– Vó, compra um Palio Weekend roxo?
– Ih, Lúcia. Eu não tem dinheiro pra comprar um carro agora. – responde a avó ainda entretida no tricô.
E, respirando fundo para se conformar, Lúcia então finaliza:
– Tá. Então cutchura uma blusa roxa pra mim.
Dudu, de 7 anos, foi almoçar na casa da tia e, para a surpresa de todos, comeu rapidamente, concentrado e…quieto!!! Comportamento raríssimo para um menino sempre conversador como ele é.
E, ainda com água na boca, ele respondeu:
Com uma pausa, ele olhou para o alto, como que procurando uma definição melhor e completou:
– Esse almoço tá uma Jarra dos deuses!!!
Ceci, com 1 ano e 11 meses, acabou de conhecer o sabor dos chocolates e ganhou um bombom do avô. Sua mãe logo explicou:
– Ceci, agora não. Só depois do jantar.
Passado um tempo, a mãe desconfia do silêncio e vai até a sala ver o que está acontecendo.
Quando chega vê a menina abrindo o bombom não autorizado… Ceci, ao perceber a presença da mãe, joga o chocolate longe e diz com cara de brava:
– Cocoiate, fica aí!!!!!
Davi, com quatro anos e dez meses, conversando com sua mãe:
– Mamãe, quando as pessoas ficam doentes existe conserto?
– Para cada tipo de doença, existe um tratamento que “conserta” – explica sua mãe, que também pede: – filho, coloca suas meias que está frio, pra você não ficar doente.
– Não vou colocar! Como eu fico doente? Com gripe?
– Sim.
– Hummmm… – pensou, pegou as meias, pediu ajuda pra recolocar e perguntou novamente: – Mamãe, quando a gente quebra alguns fósseis tem conserto?
(imagem: gartic.uol.com.br)