– Mãe, tem presidente no fundo do mar?
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
Theo, que nunca foi um exemplo de boas maneiras, ficou ainda mais difícil com a chegada do irmão.
Em um dia complicado, voltando da escola, segue o diálogo:
– Filho, está escrito aqui na sua agenda que você está mordendo os amigos… A gente já conversou sobre isso, né?
– Quem escritou isso?
– Sua professora.
– Poquê?
– Porque eu pedi para ela me avisar quando acontecer alguma coisa que a gente precise conversar em casa. E não é legal morder os amigos. Você já sabe, você gosta que mordam você?
– Não!
– Então, os amigos também não gostam. Você vai parar de morder os amigos?
– Não! Eu vou pegá uma borracha e vou apagá esse bilete!
Que língua do “P”, que nada! O negócio agora é a língua do “L”:
Julia, quando tinha 3 anos e pisou na lama sem querer:
– Ai, que Lojo!!!
Pedro, também com 3 anos e tentando abrir uma tampa:
– Ai, que difícil esse Logócio!!
Lúcio, agora com cinco anos e nove meses, volta a contribuir com suas perguntas e reflexões:
– Mãe, sabia que cada um tem seu próprio mundo e quando espreguiça e abre os olhos de manhã, sai do mundo só seu e entra no mundo real?!
…
– Mamãe, quando eu tiver 23 anos, eu vou ser presidente! E eu não vou deixar ter nenhuma fumaça, só a fumaça das cozinhas… e das fogueiras das festas também!
…
– Mãe!!!! Existe um pai de uma mãe, que é mãe desse pai?
(imagem: sustentabilidadeparacriancas.blogspot.com)
Mattias, com 3 anos e 3 meses, aspirando sua independência:
– Mãe, quando eu fizer 8 anos eu vou jogar você fola!
Sarah, com 2 anos e 4 meses, chegou contando animada:
– Mamãe, eu tití Tesão!
– Assistiu o quêêêê? – estranhou sua mãe.
– Ele faz assim ó: OooooOoooOoooô!