Antonio, com três anos, pintando desenhos:
– Mãe, me ajuda, não to conseguindo…
– Que foi filho, o lápis tá ruim?
– Não, é que ele não tá me entendendo…
Catarina (4 anos) conversando com o primo Caio:
– Caio, Caio, Caio, Caio! Vamos brincar de “meus olhinhos estão vendo”?
– Como é?
(Ela explica que teria que dizer a cor de algo que estava vendo e ele teria que adivinhar o que era)
– Beleza, vamos brincar. Pode começar, Catarina.
Alguns segundos depois…
– Meus olhinhos estão vendo uma coisa laranja!
Dez tentativas depois…
– Desisto, Catarina! Diz pra mim o que é…
– Teu dente!
imagem: pixabay
(história enviada por Caio)
Almoço de família, com amigos convidados, e a Sofia, de 2 anos, não estava com paciência, principalmente com a prima, também de 2 anos, como o centro das atenções.
Papo vai, papo vem e de repente a prima leva o maior tapão!
– Filha, você bateu na sua prima??? – pergunta a mãe, tentando entender a situação.
E com muita calma e cara de santinha, a Sofia responde:
– Nããão, mamãe, eu não bati, eu fiz um carinho rápido…
Na escola, Dora, com 3 anos, pergunta para sua professora:
– Gazi, posso pintiá seu cabelo?
– Pode, meu amor!
– E agola eu vou te maquiá, tá bom?
– Tá!
Alguns minutos depois, ela finaliza:
– Ponto, Gazi! Você ficô fadíssima!
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?