Bruna, com 3 anos e planejando sua vida acadêmica:
– Quando eu crescer, eu vou pra sala da tia Vivi… Quando eu ficar bem grande, aí eu vou pra escola da mamãe… E quando eu crescer mais, mais, bem grande, eu vou pra escola do papai.
Bruna, com 3 anos e planejando sua vida acadêmica:
– Quando eu crescer, eu vou pra sala da tia Vivi… Quando eu ficar bem grande, aí eu vou pra escola da mamãe… E quando eu crescer mais, mais, bem grande, eu vou pra escola do papai.
João Pedro, de 2 anos e 9 meses, já gosta de observar a natureza e também de descobrir o significado das palavras.
– Problema é uma coisa difícil de resolver – explicou sua mãe.
Mas ele não se deu por satisfeito e completou:
Theo, com quase quatro anos, começou a fazer um relaxamento antes de dormir. Durante as primeiras vezes, ele escutava sua mãe falar:
– Respira, solta o ar, relaxa a cabeça, o pescoço… relaxa a nuca, as costas, a barriga…
E, a cada dia, mostrou-se mais interessado por novas partes do corpo. Até que quis direcionar ele proprio o relaxamento e lançou:
– Relaxa os olhos, o maxilar… relaxa o osso, o frango…
– O frango? – quis entender sua mãe.
– Ué – mostrando sua coxa – tem o osso e tem o frango!
No dia seguinte, ele foi ainda mais profundo e disse:
– Relaxa o peito, a barriga… relaxa o bumbum, relaxa o furinho…
A Lúcia (que já está pra fazer vestibular!) tinha 3 pra 4 anos e estava assistindo, muito séria, o Jornal Nacional. A notícia do dia era a privatização da Telebrás. De repente, ela saiu correndo e gritando:
– Mãe! Mãe!
– O que foi minha filha?
– O Fernando Henrique vendeu o nosso telefone!
Heitor, com dois anos e oito meses, colocou sua fantasia e entrou correndo no escritório:
– Oi Homem-aranha! Como você está? – pergunta o pai, dando uma pausa no trabalho.
– Vermelho! – responde Heitor.
– Ah… que tal você dizer: eu estou pronto para amarrar os bandidos com minha super teia! – sugere o pai.
– Eu também! – anima-se o pequeno.
Guga, com 5 anos, explicando sua mais recente descoberta para a mãe:
– Papai do Céu fez os malvados sem querer. Daí ele disse (batendo a mão na testa): “Ai, não devia ter feito…!”. Aí, ele fez os super-heróis pra poder cuidar dos malvados!