Bruna, com 3 anos e planejando sua vida acadêmica:
– Quando eu crescer, eu vou pra sala da tia Vivi… Quando eu ficar bem grande, aí eu vou pra escola da mamãe… E quando eu crescer mais, mais, bem grande, eu vou pra escola do papai.
Bruna, com 3 anos e planejando sua vida acadêmica:
– Quando eu crescer, eu vou pra sala da tia Vivi… Quando eu ficar bem grande, aí eu vou pra escola da mamãe… E quando eu crescer mais, mais, bem grande, eu vou pra escola do papai.
Na hora do jantar, cheio de frescura:
– Mãe, não coloca comida no meu prato, não. Você deu aquele doce pro Ian e agora sua mão tá com esse cheiro bananesco, eca!
– Ahhhh! A fada da banana não veio buscar… – responde a pequena, decepcionada.
Miguel, com 5 anos, escorregou na escada, tentou se equilibrar, mas não teve jeito e… ploft!
Depois da queda, levantou e ainda disse:
– Nossa, quase que foi por um triz!
Alice, com toda experiência dos seus 4 anos e a sensibilidade de uma garota esperta:
– Por que a Merida não tem príncipe? É por que ela é corajosa?
Sarah, com 2 anos e 5 meses, adora uma salada de pepino e tomate. Dia desses, ela comeu tudo sozinha e com as mãos, que passava na água do vinagre. Quando acabou de comer, Sarah olhou para os dedos que estavam todos enrugados e exclamou:
– Ah não!
– O que foi Sarah? – assustou-se sua mãe.
– Minha mão, meu dedo! Tagou! Tá tudo tagado!
Benjamim é irmão mais novo do Miguel e recentemente começou a nos presentear com suas reflexões também:
No carro com a família, ouvindo uma música da cantora Tiê, que fala do nome dela.
Sua mãe pergunta:
– Você queria ter nome de passarinho, filho?
E ele, inspirado, responde:
Sandra, com 3 anos, já sabia explicar a profissão dos seus pais. Quando perguntavam, ela logo respondia:
– Meu papai e minha mamãe são psicólicos.