Olívia, com 2 anos e 11 meses, nesses dias de calor não aguentou e declarou:
– Estou morrendo de morta!
E, outro dia, foi surpreendida durante seu lanchinho:
– Mamãe, minha torrada caiu em cima do chão!
Olívia, com 2 anos e 11 meses, nesses dias de calor não aguentou e declarou:
– Estou morrendo de morta!
E, outro dia, foi surpreendida durante seu lanchinho:
– Mamãe, minha torrada caiu em cima do chão!
Lorena, com quase quatro anos, mostrando-se super descolada na conversa com as primas mais velhas:
– Nossa, que sem loção!
– Filho, não faz assim. Depois você não vai encontrar mais. Cadê? – perguntou sua mãe.
E ele, ainda irritado, respondeu:
– Tá lááááá perto do longe!
Que língua do “P”, que nada! O negócio agora é a língua do “L”:
Julia, quando tinha 3 anos e pisou na lama sem querer:
– Ai, que Lojo!!!
Pedro, também com 3 anos e tentando abrir uma tampa:
– Ai, que difícil esse Logócio!!
Com 3 anos, o Gabriel não conseguiu chegar até o banheiro, em um momento de “aperto”, e foi explicar o ocorrido para sua mãe. Com uma cara bem séria ele falou:
– Mamãe! O cocô não me avisou, ele foi para a minha barriga e correu para a minha cueca, foi muito rápido e ele não avisou, você tira ele?
Theo, com 4 anos e 7 meses, conversando com seu tio sobre os vínculos familiares:
– Theo, o que eu sou do seu pai? – pergunta o tio.
– Irmão! – responde Theo.
– E o que você é da Vovó Stela?
– Netinho!
– E o que o pai da sua mãe é seu?
– Vovô!
– E o que a mãe da sua mãe é do seu pai?
– Sobra!
Theo, com 3 anos e meio, desvendando a medicina alternativa…
– Theo, vem tomar a homeopatia! – chama o pai.
– Não, eu não vou tomar “oSEUpatia”, eu vou tomar “oMEUpatia”… (pausa reflexiva)… Ô pai, o que é patia? “É” bolinhas?
– Quero ver logo a Manô de barrigão!
E, gritando para o outro lado da rua, onde estava seu pai, pediu:
– Papai, você pode por logo uma sementinha nesse teu bingulin?
Clarice, com 2 anos e 2 meses, comendo vagem e filosofando durante o almoço:
– A vagem é a mamãe… e o feijãozinho é o filhote bem pequenininho…