– Não quero pular carnaval, tô engripado! – declara Hari, com 3 anos e 9 meses em um dia de pouca folia.
Melhor que manjar
Dudu, de 7 anos, foi almoçar na casa da tia e, para a surpresa de todos, comeu rapidamente, concentrado e…quieto!!! Comportamento raríssimo para um menino sempre conversador como ele é.
E, ainda com água na boca, ele respondeu:
Com uma pausa, ele olhou para o alto, como que procurando uma definição melhor e completou:
– Esse almoço tá uma Jarra dos deuses!!!
Tipos de frutas
Lanchinho bravo
Festa genial
Artur, com 4 anos e pouco, voltando da “balada”.
– Ahã. Tinha um escorregador e outras coisas do gênio.
Do coração
Ian, 5 anos, tem dito que quer ser médico e também “biogatário” (não me pergunte onde ele e o pai dele acharam esse nome, mas sei que tem a ver com o fato dele estar apaixonado por gatinhos)… tem falado bastante do que quer fazer quando crescer e tal… ontem ele chegou perguntando:
– Ô mãe, quando a gente pede essa coisa que a gente quer fazer é o coração que faz?
– Como assim, filho? Quando você escolhe o que quer trabalhar?
– É, quando a gente escolhe o que quer trabalhar é o coração que faz ou a gente tem que se preparar?
(mini suspiro da mãe encantada)
– Acho que as duas coisas, filho.
Helena e a conjugação verbal
Brincando com bonecas:
– Preparem-se, vai começar a dança!
(pausa)
-Não, esperem-se!!
“Dedurando” o irmão mais novo:
– Mamãe, olha o que o Heitor fez…puxou da tomada….desapagou tudo!
A lógica da arrumação
Gael, com 1 ano e 10 meses, dialogando com sua mãe no meio de muitos brinquedos espalhados:
– Quem fez essa bagunça?
– Gaiéu.
– Então, quem tem que arrumar?
– Mamáin.

