Hari, com 3 anos, super adepto do slow kids:
– Filho, a mamãe tá em cima da hora! – explica sua mãe.
– E eu tô embaixo da hora! – responde Hari.
Hari, com 3 anos, super adepto do slow kids:
– Filho, a mamãe tá em cima da hora! – explica sua mãe.
– E eu tô embaixo da hora! – responde Hari.
Aula de História, 7º anos (ou seja, alunos de cerca de 12 anos). A professora explica:
– Na Idade Média o casamento entre nobres não tinha nada a ver com amor, tinha a ver com interesses políticos, as mulheres não tinham muita escolha, eram obrigadas a se casar com quem seus pais determinassem…
E, em quatro turmas diferentes a reação das meninas foi unânime:
– Mesmo se o cara fosse feio???!!!!
Luca, com quase 6 anos e sendo um típico geminiano, não sabe se descobre palavras ou anda de bicicleta:
– Pai, vamos andar de bicicleta? – pergunta o rapazinho.
– Agora não dá. – responde seu pai.
– Bi – ci – cle – não tá!
Sarah, com 2 anos e 4 meses, chegou contando animada:
– Mamãe, eu tití Tesão!
– Assistiu o quêêêê? – estranhou sua mãe.
– Ele faz assim ó: OooooOoooOoooô!
A Lúcia (que já está pra fazer vestibular!) tinha 3 pra 4 anos e estava assistindo, muito séria, o Jornal Nacional. A notícia do dia era a privatização da Telebrás. De repente, ela saiu correndo e gritando:
– Mãe! Mãe!
– O que foi minha filha?
– O Fernando Henrique vendeu o nosso telefone!
Catarina (4 anos) conversando com o primo Caio:
– Caio, Caio, Caio, Caio! Vamos brincar de “meus olhinhos estão vendo”?
– Como é?
(Ela explica que teria que dizer a cor de algo que estava vendo e ele teria que adivinhar o que era)
– Beleza, vamos brincar. Pode começar, Catarina.
Alguns segundos depois…
– Meus olhinhos estão vendo uma coisa laranja!
Dez tentativas depois…
– Desisto, Catarina! Diz pra mim o que é…
– Teu dente!
imagem: pixabay
(história enviada por Caio)