– Laura, o que essa casca de banana está fazendo embaixo do seu travesseiro?
– Ahhhh! A fada da banana não veio buscar… – responde a pequena, decepcionada.
– Ahhhh! A fada da banana não veio buscar… – responde a pequena, decepcionada.
Sarah, com seis anos, conversando com sua irmã mais velha, Anna…
– Sarah, eu gosto do jeito que você descreve as coisas. – diz Anna.
– Mas eu não sei escrever! – estranha a pequena.
– Eu não disse escrever, disse descrever.
– É a mesma coisa!
– Claro que não! Sabe o que é descrever?
– Sei! Des-crever é igual a apagar!
João Pedro, de 2 anos e 9 meses, já gosta de observar a natureza e também de descobrir o significado das palavras.
– Problema é uma coisa difícil de resolver – explicou sua mãe.
Mas ele não se deu por satisfeito e completou:
Theo, com 4 anos e 4 meses, em dois momentos das últimas semanas:
Na escola
– Theo, eu já pedi para você parar e eu não estou de brincadeira – diz a professora.
– E eu também não estou de brincadeira, estou de… maldição! – responde o “príncipezinho”.
Passado um tempo, ela tenta ignorá-lo para ver se muda o foco, mas ele insiste em chamar a atenção com provocações…
– Theo, eu não estou conversando com você agora.
– Mas eu estou conversando com você! (pausa e mudança de expressão com um sorriso falsinho) – Oi, Grazi! Tudo bem?
Em casa
Com o pai, depois de irem juntos ao dentista:
– Pai, o seu médico de dentes queria ser médico de dentes quando era criança, né?
– Provavelmente sim, filho.
– E você, o que queria ser quando era criança?
– Ah, eu queria ser muitas coisas, algumas eu sou, outras não… eu já quis ser médico, médico de cachorro…
– Médico de cachorro? – interrompe Theo, achando muito engraçado. – Médico de cachorro não existe, né, pai? Você tá falando do veterinário?
Theo, com 5 anos, conversando com o pai antes de dormir:
– Boa noite, filho.
– Pai, sabe o que tem dentro da minha cabeça agora?
– O quê?
– Tem uma linha retângula, que tem uns risquinhos e uns números. São duas linhas retângulas uma assim e uma assim (mostra com a mão uma linha vertical e uma horizontal), aí tem os números e eu fico contando, sabe?
– Seeei. Boa noite, filho.
– Boa noite.
Obs: o pai do Theo é programador e a mãe ficou bem preocupada com essa herança genética se manifestando 🙂
Imagem: pixabay
(história enviada pelo Mauricio)
E, além de fazer descobertas super importantes no banho, o Hugo também usa bastante o banheiro para fazer as necessidades básicas, claro. Com 5 anos, ele gostava de ficar um tempão sentado no vaso e lendo gibis. Um dia, sua mãe estava com pressa e perguntou:
– Já acabou, Hugo?
E ele, bastante calmo, explicou:
– Não, mamãe. Cocô nunca acaba. Amanhã tem mais.
Lina, além de parodiar músicas, essa semana também quis saber:
– Mamãe, você casou com o papai quando eu tava nem aí, né?