Tito, com três anos, olha para o lápis sem ponta e fala para seu pai:
– Olha, pai… esse lápis tá desapontado…
Davi, com quatro anos e dez meses, conversando com sua mãe:
– Mamãe, quando as pessoas ficam doentes existe conserto?
– Para cada tipo de doença, existe um tratamento que “conserta” – explica sua mãe, que também pede: – filho, coloca suas meias que está frio, pra você não ficar doente.
– Não vou colocar! Como eu fico doente? Com gripe?
– Sim.
– Hummmm… – pensou, pegou as meias, pediu ajuda pra recolocar e perguntou novamente: – Mamãe, quando a gente quebra alguns fósseis tem conserto?
(imagem: gartic.uol.com.br)
Theo, com 4 anos e 8 meses, resumindo a História do Brasil:
– Sabe, antes no Brasil só tinha os índios, aí vieram os porCugueses e pegaram a terra dos índios.
– É? – pergunta sua mãe, sem querer atrapalhar o raciocínio.
– É, mas, sabe, os porCugueses não sabiam onde era o Brasil, eles tavam tentando chegar na China e erraram o caminho… (e começa a rir sozinho)… ai, que perdidos!
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!
Olívia, com 5 anos, aprendendo diferentes idiomas:
– Mamãe, ‘mon amour’ é uma vaca falando de amor?
– Não quero pular carnaval, tô engripado! – declara Hari, com 3 anos e 9 meses em um dia de pouca folia.