Lucas, com três anos, conversando com sua mãe:
– Filho, papai comprou um jogo de talheres para você.
– E como joga, mamãe?
Lucas, com três anos, conversando com sua mãe:
– Filho, papai comprou um jogo de talheres para você.
– E como joga, mamãe?
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
O Cauã, além de observar obras de arte no museu, também gosta de observar palavras:
Olívia indo pela primeira vez ao cabeleireiro:
– Mamãe, por quê eu preciso cortar o cabelo? Ele não tá doendo!
– Meu pai consertou a descarga e agora tá consionando!!!
—-
E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:
– Dóga, esse contole não fununcia!
—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)
Paulinho, com 5 anos, precisou acompanhar o pai em um dia de trabalho no escritório. Mesmo com algumas tentativas de entretenimento oferecidas pelos colegas do pai, ele ficou entediado, e resolveu riscar as paredes da sala.
Após uma bronca das grandes, Paulinho ficou muito bravo e declarou:
– Vou fugir de casa!
Decidido, pegou sua mochilinha e foi em direção à porta. Mas, antes de sair, completou:
– Você me leva, papai?
– Quero ver logo a Manô de barrigão!
E, gritando para o outro lado da rua, onde estava seu pai, pediu:
– Papai, você pode por logo uma sementinha nesse teu bingulin?
Luca, com 5 anos e pouco, aprofundando seus conhecimentos sobre cardiologia:
– Pai, o coração tem coração? Dentro dele tem coração?