Martina, com 5 anos, já se aventura com a pronúncia de outros idiomas.
Dia desses, voltando da escola com seu caderno, ela mostrou para a mãe, toda orgulhosa:
– Olha, mãe, aprendi que lá no Japão, obrigado é assim: Petit gateau!!!
Atum espiritual
Cura fraternal
Bebel, com 5 anos e pouco, ficou gripada e sua mãe pediu pra que não fique muito perto da irmã bebê.
– Se você ficar respirando muito perto, vai passar a doença pra ela. – explica sua mãe.
– Mas mamãe, se eu passar a doença pra ela, aí eu não vou mais estar doente! – anima-se Bebel.
Mamãe cocó
Juju, com três anos, observando galinhas:
– Mamãe, galinha tem bumbum?
– Sim. – responde sua mãe.
– Pra quê?
– Huumm… pra fazer cocô ?! (risos)
– Ahhhh, então, a mamãe galona deve segurar a mão da galinha quando ela vai fazer cocô, que nem você segura a minha, né?
Brinquedos e brinquedas
A mãe de Artur, de 5 anos, conversou bastante com ele sobre questões de gênero, esclarecendo que brinquedo é brinquedo e não precisamos dividir “brinquedo de menina” e “brinquedo de menino”.
Artur concordou com todas as colocações, mas no final da conversa, lançou:
– Tá bom, mamãe, entendi. Mas eu não quero nem passar batom e nem pintar a unha, tá?
Gentilezas da Anita
Anita, com 1 ano e 8 meses, acordando gentilmente sua mãe:
– Mamãe, acoda o olho!
E, muito educada, criando uma nova palavra que resume aquela troca de gentilezas toda:
– Obigadadinada!
Música visual
Theo, ainda com 4 anos e meio, ouvindo música clássica com seus pais:
– Sabe, essa música é uma música labirinto!
– Por quê? – quis saber sua mãe.
– Porque ela é assim ó (e faz um gesto com as mãozinhas). Ela vai por vários caminhos.




