Memória
Theo, 4 anos e 4 meses, conversando com sua mãe:
– Theo, você lembra que a vovó pediu pra você ir lá ajudar a arrumar a casa?
– Lembro, eu nunca esqueço, sabe por quê?
– Por quê?
– Porque ficam passando uns sonhinhos na minha cabeça. Eu sonho até o que a gente vai fazer amanhã.
Melhor que manjar
Dudu, de 7 anos, foi almoçar na casa da tia e, para a surpresa de todos, comeu rapidamente, concentrado e…quieto!!! Comportamento raríssimo para um menino sempre conversador como ele é.
E, ainda com água na boca, ele respondeu:
Com uma pausa, ele olhou para o alto, como que procurando uma definição melhor e completou:
– Esse almoço tá uma Jarra dos deuses!!!
Paternos
Theo, com 4 anos e 7 meses, durante o café da manhã:
– Sabe, tem gente que é tio e tem gente que é pai.
– É, tem gente que não tem filho, tem gente que tem sobrinho, mas também tem tio que depois de ser tio tem filho e vira pai também – complica sua mãe.
– Mas tem gente que nasceu pra ser tio e tem gente que nasceu pra ser pai. Eu nasci pra ser pai.
(e ponto final! :))
Luca, com 5 anos e 8 meses, viajando com a família:
– O que você quer ser quando crescer, Luca? Piloto? – pergunta sua avó.
– Eu quero ser pai – responde o outro paterninho.
Atum espiritual
Origem das palavras
João, com 5 anos, conversando com seu pai:
– Olha papai, ligar e ligar, é igual!
– Como assim, filho?
– Você fala que vai ligar pra casa e também fala que quer ligar a televisão. É igual mas quer dizer outra coisa. Por que é igual?
– Eita… Eu não sei, mas tem gente que estuda um tempão etimologia, que é pra saber de onde as palavras vêm.
– Ué, não tem que estudar, elas vêm da boca!
Previsão de meteoros
Graduação de pipocas
Theo, com 4 anos e 7 meses, procurando por um pipoqueiro no Parque da Água Branca:
– Puxa vida, não tem nenhum pipoqueiro hoje… Ah, já sei, eles devem estar todos na escola de pipoqueiros …




