A amiguinha do Miguel tem 2 anos e 9 meses e quebrou o braço esses dias. Diante da reação de uma adulta que exclamou “ai, que dó do bracinho…”, ela logo explicou:
– Não fica triste. Eu tenho outro.
A amiguinha do Miguel tem 2 anos e 9 meses e quebrou o braço esses dias. Diante da reação de uma adulta que exclamou “ai, que dó do bracinho…”, ela logo explicou:
– Não fica triste. Eu tenho outro.
Com 3 anos, o Gabriel não conseguiu chegar até o banheiro, em um momento de “aperto”, e foi explicar o ocorrido para sua mãe. Com uma cara bem séria ele falou:
– Mamãe! O cocô não me avisou, ele foi para a minha barriga e correu para a minha cueca, foi muito rápido e ele não avisou, você tira ele?
– Daí, Fulana, é só descer na estação Brigadeiro e…
E a pequena arregalou os olhos, fez carinha de marota e logo acrescentou:
– Bigadeio! Eu tumi, mãe!
Benjamim, com 4 anos, também gosta de observar a Lua e, dia desses, observou:
– Olha, mãe, hoje a lua não tá de bolinha, tá de boquinha!
E, com ares mais românticos, outro dia perguntou:
– Mãe, o céu é ar azul né?
Theo, com 4 anos e 8 meses, resumindo a História do Brasil:
– Sabe, antes no Brasil só tinha os índios, aí vieram os porCugueses e pegaram a terra dos índios.
– É? – pergunta sua mãe, sem querer atrapalhar o raciocínio.
– É, mas, sabe, os porCugueses não sabiam onde era o Brasil, eles tavam tentando chegar na China e erraram o caminho… (e começa a rir sozinho)… ai, que perdidos!