Inspirações do Miguel
No mês passado, percebeu uma bonita relação na fauna que nos rodeia e lançou a ideia:
Consciência holística
Política submarina
– Mãe, tem presidente no fundo do mar?
– Não, filha, por quê?
– Porque seria melhor, né, para os tubarões não comerem os peixes.
Diversas do Theo 2
Entre seus 2 anos e meio e 3 anos, Theo continua contribuindo com o blog…
Diálogo de fim de domingo
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Contagem
Theo: dezessete, dezeoito, dezenove, dezedéizzzz!
Na hora de dormir
Diálogo entre pai e filho, passada a hora de dormir:
– Filho, a mãe disse que você precisa aprender a dormir sozinho.
(ele pensa)
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
Na hora de acordar
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
Tombo Triz
Miguel, com 5 anos, escorregou na escada, tentou se equilibrar, mas não teve jeito e… ploft!
Depois da queda, levantou e ainda disse:
– Nossa, quase que foi por um triz!
Limão com defeito
Carla, com 3 anos e pouco, sempre foi muito comportadinha, bem educada e também atenta a novas palavras e atitudes.
Certo dia, em um jantar com muitos membros da família, ela viu seu pai espremer um limão na salada e tentou fazer o mesmo. Mas o limão que Carla pegou estava seco e, então, ela pediu:
– Mamãe, pecisa de oto limão.
– Por que filha?
– Poque esse aqui fudeu.
Soneca bagunçada
Artur, com 4 anos e pouco, contando para sua mãe como foi o passeio que fez com o pai:
– E aí, eu tava no carro e o meus olhos estavam bagunceiros.
– Os olhos estavam bagunceiros?
– É. Assim, ó: [e pisca os olhos bem rápido]
Segurando o riso, sua mãe perguntou:
– E o que aconteceu depois?
– Eu fechei eles e dormi.
As expressões da Olivia
Olívia, com 2 anos e 11 meses, nesses dias de calor não aguentou e declarou:
– Estou morrendo de morta!
E, outro dia, foi surpreendida durante seu lanchinho:
– Mamãe, minha torrada caiu em cima do chão!
Reforço positivo
Miguel, com 2 anos e 7 meses, andando na rua com sua mãe:
– Mamãe, o que é isso no céu? – pergunta apontando para cima.
– Um helicóptero, filho. – responde sua mãe.
– Muito bem, mamãe. Isso mesmo! (festeja nosso super pedagogo :))

