No café da manhã, ele pergunta:
– Mamãe, a irmãzinha quer o meu pãozinho?
– Mamãe, a irmãzinha quer o meu pãozinho?
– Por que tá inverno?
– Por que o jacalé é cainívolo?
– Por que a malé tá cheia?
– Por que a Côli tá tão goiducha?
– Por que a Matilda tem rabo?
– Por que não vai chover hoje?
-Filho, melhor deixar essa faca quieta.
-Por que, mae? Será que ela fala?
Theo, com 4 anos e 7 meses, conversando com seu tio sobre os vínculos familiares:
– Theo, o que eu sou do seu pai? – pergunta o tio.
– Irmão! – responde Theo.
– E o que você é da Vovó Stela?
– Netinho!
– E o que o pai da sua mãe é seu?
– Vovô!
– E o que a mãe da sua mãe é do seu pai?
– Sobra!
Na escola, Dora, com 3 anos, pergunta para sua professora:
– Gazi, posso pintiá seu cabelo?
– Pode, meu amor!
– E agola eu vou te maquiá, tá bom?
– Tá!
Alguns minutos depois, ela finaliza:
– Ponto, Gazi! Você ficô fadíssima!
Ana Luisa, com 3 anos, e dificuldades para escutar:
– Mãe, eu não OUVO nada.
– Ana Luiza, não é assim que se fala. O certo é “OUÇO”. OVO é de galinha. – explica sua mãe.
E a pequena, logo conclui:
– E OSSO é de cachorro!.