Diversas do Gael 2

Gael, agora com 2 anos e 5 meses, vai ganhar um cartão fidelidade aqui do blog 🙂

Empréstimo
Gael: – Esse mamá é meu!
Sua mãe: – Não senhor! Esse mamá é meu!
Gael: – Mai você empéta ele pa mim então?



Loiro bonitão
– Eu apaêço o Bed Pit. 


Crise de identidade
 – Eu um elfo piloto de banana!
  


Gerenciando as tarefas domésticas
– Filho quer descer, não vai mais comer?
– Não, eu não quélo mai papá.
– Tá bom, deixa eu te limpar…
Puquê?
– Porque você tá sujo, caiu comida aqui, olha.
Ímpa o Gael e ímpa a pia também!
 
 

Dodói

Tomás tem dois anos e uma vez tomou picadas de uma formiguinha muito chata. Depois de chorar um pouco, brincou com a sua mãe de matar as formigas (imaginárias) que picam.

Passado algum tempo ele mostrou um machucadinho que tinha na testa e sua mãe falou:
– Ai, filho, quer que eu dê um beijinho para sarar o dodói?
Mas isso não era mais suficiente, então, ele respondeu:
– Não, mamãe, eu quero que você “mata” o dodói!

Táxi!

O Jayden, com 4 anos, costumava ver as pessoas chegando de carro em seu condomínio. Certa vez, ele foi recepcionar a jornalista Ana Paula, que faria uma matéria com ele e a irmã, e achou muito estranho não ver carro nenhum.
– Você ANDOU até aqui? – perguntou intrigado.
– Não, eu peguei um táxi. – explicou Ana.
Mas ele precisou entender melhor, e então, completou:
– Táxi é aquele carro que leva as pessoas, tipo um… táxi, né?
OBS: outras ótimas histórias da Ana Paula, podem ser lidas no link: http://vemprobahrainvocetambem.wordpress.com/2010/12/01/crianca-diz-cada-uma/

Consertando

Davi, com quatro anos e dez meses, conversando com sua mãe:

– Mamãe, quando as pessoas ficam doentes existe conserto?
– Para cada tipo de doença, existe um tratamento que “conserta” – explica sua mãe, que também pede: – filho, coloca suas meias que está frio, pra você não ficar doente.
– Não vou colocar! Como eu fico doente? Com gripe?
– Sim.
– Hummmm… – pensou, pegou as meias, pediu ajuda pra recolocar e perguntou novamente: – Mamãe, quando a gente quebra alguns fósseis tem conserto?

consertar

(imagem: gartic.uol.com.br)

Sinceridade familiar

Theo, com quatro anos e nove meses, brincando com o pai e apertando seu nariz:

– Ei, para com isso, você tá apertando meu nariz por que eu sou narigudo? – protesta o pai.
– Nãão, você não é narigudo, papai…

E o pai, por alguns segundos, sente que está fazendo sucesso, até que Theo completa:

– Narigudo você não é, papai, você é barrigudo…

E coversando com a mãe sobre o livro que ela acabara de receber da editora:

– Theo, você quer ver o livro da mamãe?
– Quero. (folheia). Foi você que escreveu e que desenhou?
– Não. Eu escrevi. Mas os desenhos, olha, foi uma amiga da mamãe que fez.
– Ah, bom. Porque você sabe escrever, mas não pinta muito bem, né?

theo_livro

crédito da imagem: arquivo pessoal