Miguel, com três anos, sentindo saudade:
– Tô com dor de colo!
E com um pouco de febre:
– Tô com dor de frio!
– Nossa, Bebel, você está a cara da sua mãe!
– Não, não, a cara da minha mãe tá aqui!
Dois pais conversando na porta da escola e um começa a contar:
– Hoje meu filho de 3 anos tava comendo um chocolate e quando minha mulher foi pedir um pedaço sabe o que ele respondeu?
– O quê? – pergunta o outro.
– “Vai comer fruta”!
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?
Theo, 3 anos e 10 meses, tagarelando sobre planetas e satélites e olhando a Lua Cheia com a mamãe:
– Olha um planeta!
– Parece planeta, né? Mas é a Lua, filho.
– Mas ela tá assim redonda, que nem um planeta, é um planeta! A Lua é assim com um risquinho (desenha uma Lua Crescente com a mãozinha).
– A Lua tem várias fases, Theo: essa do risquinho é a Lua Crescente, essa redonda é a Cheia…
– Ah, sei, e também a Lua Linguante, né?
– Não, o que é? – perguntou sua mãe.
– É pacenta! Eu tô deseando uma pacenta!
– Hã, uma PLACENTA?
– É, era casa do imão. Uma pacenta, uma pacentona!
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!