(Pausa dramática).
– Mamãe, pu que sua bunda é gandi?
Theo, com 4 anos e meio, mexendo no pé da avó, que tem Joanete e alguns calos:
– Ihhh, Vó, seu pé não deu certo, hein?
Helena, aos 4 anos, conversando com sua mãe sobre aniversários:
– Helena voce sabe o dia do seu aniversário?
– Não.
– É dia 3 de novembro.
– É quando vou fazer 5 anos?
– É, fará 5 anos que você nasceu.
– Quando eu nasci?
– No dia 3 de novembro.
– Nossa, eu nasci no dia do meu aniversário?!
Lucas, com três anos, conversando com sua mãe:
– Filho, papai comprou um jogo de talheres para você.
– E como joga, mamãe?
Gael, agora com 2 anos e 5 meses, vai ganhar um cartão fidelidade aqui do blog 🙂
Empréstimo
Gael: – Esse mamá é meu!
Sua mãe: – Não senhor! Esse mamá é meu!
Gael: – Mai você empéta ele pa mim então?
Loiro bonitão
– Eu apaêço o Bed Pit.
Crise de identidade
– Eu sô um elfo piloto de banana!
Gerenciando as tarefas domésticas
– Filho quer descer, não vai mais comer?
– Não, eu não quélo mai papá.
– Tá bom, deixa eu te limpar…
– Puquê?
– Porque você tá sujo, caiu comida aqui, olha.
– Ímpa o Gael e ímpa a pia também!
Theo, com 3 anos e 8 meses, cada vez mais ativo aqui no blog…
Sem misticismo
Depois de uma tempestade, entram raios de sol pela janela, que passam por um cristal pendurado e se decompõem em uma dezena de reflexos coloridos, dançando na parede.
Theo pergunta:
– Olha, o que é isso, pai?
E o pai, querendo estimular a imaginação, responde:
– Não sei, filho. Acho que são mosquinhas que vieram do espaço!
Alguns segundos depois de examinar a situação, o pequeno observa:
– Não, pai. Eu acho que é a luz do sol que passou pelo vidrinho e fez isso.
Advérbio de modo cuidadoso
– Mãe, a gente tem que guardar essas pecinhas comcuidadomente, tá?
Irmão mais velho
Conversando com a avó, sobre ser um irmão mais velho:
– Tetheo, você é o irmão mais velho, precisa proteger seu irmãozinho e não assustá-lo gritando. Você é o protetor.
– Tá maluca, vó, protetor é solar, a gente usa na praia!
Filosofia profunda
– Pai, quando o planeta vai acabar?
– Ah, o planeta não acaba assim, filho.
– Por que não acaba? Ele não começou? Se começou, tem que acabar!
Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!