Theo, com 4 anos e 11 meses, pedindo por um lanchinho:
– Pai, tem aquela bolacha saudável mas não tããão saudável?
Após uma breve pausa, Bruno, acha sua resposta e explica, com calma:
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!
Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.
Rita, com dois anos, já se interessava pelos fenômenos da natureza e demonstrou uma percepção que pode enriquecer o trabalho de muitos astrônomos.
Certa vez, passeando com seu pai à noite, ela prestou atenção na Lua, que estava naquela fase em que vemos metade do disco, no período em que a parte iluminada está em crescimento, e disse:
– Olha, papai, a Lua Risente!
Olívia, com três anos e meio, deliciando-se com um cacho de uvas sem caroço:
– Mamãe, eu gosto dessa uva, ela não tem osso…