Maria Clara, com 8 anos, buscando respostas com sua mãe…
– Mamãe, o que é Deus?
– Tudo é Deus, filha.
– Esse copo é Deus?
– É.
– E se o copo quebrar? É Deus quebrado?
Maria Clara, com 8 anos, buscando respostas com sua mãe…
– Mamãe, o que é Deus?
– Tudo é Deus, filha.
– Esse copo é Deus?
– É.
– E se o copo quebrar? É Deus quebrado?
Vitor, agora com 4 anos:
Brincando de médico
– E aí Dr. Vitor, é grave? – pergunta a mãe.
– Peraí, abre o subaco. Tá tudo bem, mamãe, só um pouquinho de febre.
– Aé? Quanto deu?
– 59.
Às 5.a.m…
– Mamãe, eu tô de fralda?
– Não Vi, você não usa mais fralda.
– Então fiz xixi na cama.
Carinhos na mãe
Chegando do trabalho, sua mãe fala animada:
– Oi gatinhooo!
E ele responde:
– Oi cachorrinho!!
E, em um momento de chamego, ela pede:
– Vitor, dá um beijinho na mamãe?
– Só se você pedir por favor…
Theo, com 4 anos e 7 meses, conversando com seu tio sobre os vínculos familiares:
– Theo, o que eu sou do seu pai? – pergunta o tio.
– Irmão! – responde Theo.
– E o que você é da Vovó Stela?
– Netinho!
– E o que o pai da sua mãe é seu?
– Vovô!
– E o que a mãe da sua mãe é do seu pai?
– Sobra!
No mês passado, percebeu uma bonita relação na fauna que nos rodeia e lançou a ideia:
Gael, com 2 anos e 11 meses, traz as suas contribuições do mês… 😉
Brincando com o mouse da mãe:
– Filho, a mamãe precisa do mouse pra trabalhar, me dá aqui, por favor?
– Não, não é mouse, é um fuca! É um fuca–mouse! Eu uso a vêzi, eu pego e tabáio!
Sua mãe, logicamente, começa a gargalhar.
– Hahahaha! – gargalha também Gael – Eu também tô filiz, mamãe! É mai egal sê filiz!
…
Brincando com retalhos do papel 1:
– Mamãe, faz uma Kombi de papel pa mim?
– Xi, filho, não sei fazer uma Kombi de papel.
– Coloca óda, assim, sabe, e faz uma Kombi pa mim!
– Filho, eu não sei fazer uma Kombi de papel.
– Ah, então faz uma kombinha!
Brincando com retalhos do papel 2:
– Mamãe, faz um filóte de dagão agóa?
– Espera, filho, tô fazendo outro negócio (ela estava entretida com a Kombi).
A vó interfere:
– Aquele pedaço pequeno ali, ó, é o filhote.
Mas Gael não se satisfaz:
– Não, esse não é tão filóte assim, não! Ele é gande!
– É, ele é adulto, né? – pergunta sua mãe.
– Sim, ele até toma cevêja!
Amanda, 3 anos indo pra para natação:
– Vamos filha…. Estamos atrasadas…. Olha lá seus amigos já se aquecendo para a aula de natação!
– Mamãe tá frio lá na natação?
– Não filha, a água da piscina é quentinha.
– Então, mamãe, por que meus amigos estão se aquecendo?
…
Theo, 5 anos e 8 meses, querendo fazer natação:
– Mãe, quando eu vou poder nadar no clube?
– Primeiro a gente precisa pagar a associação, depois você faz o exame médico e aí pode nadar.
– Pra que exame médico?
– Pra ver se tá tudo bem, se não tem frieira… mas você não tem agora, vai poder nadar.
– Ah não, eu tenho sim! Eu tenho muito frio na piscina!! Como faz pra parar com a frieira???
Sarah, com seis anos, conversando com sua irmã mais velha, Anna…
– Sarah, eu gosto do jeito que você descreve as coisas. – diz Anna.
– Mas eu não sei escrever! – estranha a pequena.
– Eu não disse escrever, disse descrever.
– É a mesma coisa!
– Claro que não! Sabe o que é descrever?
– Sei! Des-crever é igual a apagar!
Theo, 3 anos e 10 meses, tagarelando sobre planetas e satélites e olhando a Lua Cheia com a mamãe:
– Olha um planeta!
– Parece planeta, né? Mas é a Lua, filho.
– Mas ela tá assim redonda, que nem um planeta, é um planeta! A Lua é assim com um risquinho (desenha uma Lua Crescente com a mãozinha).
– A Lua tem várias fases, Theo: essa do risquinho é a Lua Crescente, essa redonda é a Cheia…
– Ah, sei, e também a Lua Linguante, né?