Últimas do Ian

Ian, com 2 ans e 3 meses, adora balançar e no sítio chega a ficar uns vinte minutos entretido com o vaivém. Em um dia desses, sua mãe perguntou:

– Tá cansado, filho?

E ele respondeu:

– Não, mãe, “tô velaxando”…

 

 

E antes disso, ele declarou animado:
– Mamãe, eu não “xô” neném!

– Não, meu amor, você cresceu, né?

– É! Eu “xô” filhinho!

 

 

Desafios da vida

Jéssica, que já passou um pouquinho dos trinta anos, teve um diálogo bem interessante com uma das crianças de seis anos do Instituto onde trabalha:

– Oi! Tudo bom? Meu nome é Jéssica e eu sou psicóloga.

– Oi! Tudo bem.

– Você sabe o que uma psicóloga faz?

– Não…

– Eu ajudo as pessoas. Posso ajudar a resolver problemas, por exemplo. Você tem algum?

– Sim! Eu não consigo passar de fase no meu jogo… Você me ajuda?

Antenas

O Miguel, agora com cinco anos, continua bem inspirado em suas conversas…

Outro dia, passeando pela rua com a avó Célia,  ele mostrou umas antenas da Embratel e perguntou:

– Celinha, sabe para que servem essas antenas?
– Para quê? – quis saber sua avó

E, tranquilamente, ele explicou:

É para discutir o mundo.

Quando as coisas funcionam ou não…

Victor é primo do Rafael e, quando tinha 2 anos, viu o pai consertar a válvula da descarga e foi contar para a tia, todo animado:

Meu pai consertou a descarga e agora tá  consionando!!!

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E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:


Dóga, esse contole não fununcia!

—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)

Cuidado

Alice, com 1 ano e 7 meses, já falava frases e não estava gostando de ficar sem atenção sentada na cadeirinha do carro. Seus pais estavam conversando, virados para frente quando escutam:

– Cuidado papai, cuidado papai…

Na hora, o pai de Alice olha rápido para trás e pergunta:

– O que foi, filha?

E ela responde, com cara de sapeca:

– Olha “pá” “fente”!