Nova versão musical

Última versão do meu caçulinha (cantando super afinadinho por sinal) para a Música do Milton Nascimento:
“A Lua mamou, mamou

Taçou’ no céu um ‘tompasso’

A Lua mamou, mamou…”

 

Eu não me aguento e pergunto:
– Mas onde a Lua mamou, Ian?


E ele responde com cara de “óbvio”:

– No ‘mamá’ da mamãe dela, ué!

 

mamaimagem: Pinterest

Apostas e Rock and Roll

Miguel tornou-se um frequente colaborador do blog (eba!) e semana passada envolveu-se com jogos de aposta e músicas barulhentas:

Corrida
– Mamãe, vamos apostar corrida? – pergunta o rapazinho.
– Não, filho, a mamãe está com preguiça.
– Mas então, vamos correr sem apostar?

Rock pesado
No meio da brincadeira, Miguel começou a gritar e fazer gesto com a mão na altura da barriga, como quem toca uma guitarra.
– Tá tocando rock, filho? – pergunta sua mãe.
E ele responde empolgado:
– É um rock muito roll, mamãe.

Túnel

Clara, com dois anos e pouco, conversando com a mãe…

Assistindo um clipe do Palavra Cantada:

– Mamãe, quem é esse?
– Você já sabe filha.
– É Arnaldo Antúnel, é??

Voltando de Bertioga, litoral de São Paulo:

– Mamãe, olha o túnel!
– Nossa que legal, né, filha?
– Mamãe, lá fora tá ispelando a gente. A gente já tá chegando…

tunnel

imagem: pixabay

história enviada pela Graziela

Vendo o mundo com poesia

A Olívia, com dois anos, queria entender o que é trabalhar. Durante a explicação, seus pais disseram que um dia, quando estiver grande, ela provavelmente vai querer trabalhar também.

Depois de pensar quietinha por um tempo, ela olhou para uma enorme torre de telefonia que fica perto da casa (e que até então seus pais achavam horrenda) e disse, com imensa alegria:

– Ah, eu vou trabalhar ali, na torre de botões!

Palavras do Theo

Theo, com 4 anos e 7 meses, continua suas descobertas acerca das palavras e da anatomia:

Em uma festa de aniversário, comendo um Sonho de Valsa:

– Bombom, hummm, é bom, bom… é… chama bombom porque é muito bom…

Conversando com sua mãe, depois do almoço:

– Então, depois que a gente mastiga, a comida desce  e vai pro estôgamo?

Antes de dormir, conversando com seu pai:

– Pode ir, pai, você esqueceu que eu já dórmo sozinho?

Palavra Mágica

Thaís, com três anos, passava o dia no sítio de sua avó. Depois de brincar e correr para lá e para cá, ela entra apressada na cozinha e diz, um pouco autoritária:
– Quero água!
Sua avó, um tanto incomodada responde:
– Como é que se fala?
– Quero água!
– Não, Thaís, qual é a palavrinha mágica?
Thaís franze a testa, pensa por alguns segundos e muito animada responde:
– Ah, ABRACADABRA!!!