Mádhava, com 6 anos, conversando com a mãe:
– Mãe, sabia que eu sei dançar muitas danças?!
– É mesmo minha filha? E o que você sabe?
– Sei dançar balé, stiti dence, indiano e dança da mulher sem noção!
imagem: pixabay
história enviada por Kalindi
Brincando de médico:
– Eu sou o médico, você é a enfermeira (para a mãe). Vou examinar esse bebê (pega um boneco).
– Ok, Dr. – responde a mãe.
– Enfermeira, pega o estetoscópico, por favor.
– Tá aqui, Dr.
– Obrigado. (examina o bebê). Ih, o bebê tá chorando. Enfermeira, canta uma música bem relaxosa pra acalmar o bebê, tá bom?
Montando um quebra-cabeça/livro:
– Essa peça é a maior de todas, é gigrande!
Criando palavras:
– Theo, pega a fita crepe lá no quartinho, por favor – pede a mãe.
– Onde? No quartinho da lavandeíra?
Em processo de recuperação da virose:
– Filho, como você está se sentindo?
– Ah, eu tô bem melhor, não tô mais molinho, não, já tô todo duro de novo.
Heitor, com dois anos e oito meses, colocou sua fantasia e entrou correndo no escritório:
– Oi Homem-aranha! Como você está? – pergunta o pai, dando uma pausa no trabalho.
– Vermelho! – responde Heitor.
– Ah… que tal você dizer: eu estou pronto para amarrar os bandidos com minha super teia! – sugere o pai.
– Eu também! – anima-se o pequeno.
Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.
Olívia, com 5 anos, aprendendo diferentes idiomas:
– Mamãe, ‘mon amour’ é uma vaca falando de amor?
Gael, agora com 2 anos e 5 meses, vai ganhar um cartão fidelidade aqui do blog 🙂
Empréstimo
Gael: – Esse mamá é meu!
Sua mãe: – Não senhor! Esse mamá é meu!
Gael: – Mai você empéta ele pa mim então?
Loiro bonitão
– Eu apaêço o Bed Pit.
Crise de identidade
– Eu sô um elfo piloto de banana!
Gerenciando as tarefas domésticas
– Filho quer descer, não vai mais comer?
– Não, eu não quélo mai papá.
– Tá bom, deixa eu te limpar…
– Puquê?
– Porque você tá sujo, caiu comida aqui, olha.
– Ímpa o Gael e ímpa a pia também!
Artur, com 4 anos e pouco, voltando da “balada”.