Ian, com quase 3 anos, observando bichinhos na varanda:
– Paaai! Vem vê aquele bicho que anda beeem divagazinho… uma Mesma!!!
João, com 5 anos, conversando com seu pai:
– Olha papai, ligar e ligar, é igual!
– Como assim, filho?
– Você fala que vai ligar pra casa e também fala que quer ligar a televisão. É igual mas quer dizer outra coisa. Por que é igual?
– Eita… Eu não sei, mas tem gente que estuda um tempão etimologia, que é pra saber de onde as palavras vêm.
– Ué, não tem que estudar, elas vêm da boca!
– Mamãe, quando você ficar pequenininha, você vai sentar na minha cadeirinha, tá?
Gael, com 2 anos e 10 meses, sempre observador:
– Olha, mãe, o caminhão de fazê ciumento!
Ian, com 1 ano e 5 meses, quando vê uma galinha:
– Cocó!
E quando vê um cavalo:
– Pococó!
– Tá bom, mamãe, entendi. Mas eu não quero nem passar batom e nem pintar a unha, tá?
Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
.Na escola, Dora, com 3 anos, pergunta para sua professora:
– Gazi, posso pintiá seu cabelo?
– Pode, meu amor!
– E agola eu vou te maquiá, tá bom?
– Tá!
Alguns minutos depois, ela finaliza:
– Ponto, Gazi! Você ficô fadíssima!