Theo, com 4 anos e 11 meses, pedindo por um lanchinho:
– Pai, tem aquela bolacha saudável mas não tããão saudável?
– De andar longas distâncias sem se cansar! – respondeu o pai orgulhoso.
– Acho que ele tem também o poder de ser um pouco feio.
Com 3 anos, o Gabriel não conseguiu chegar até o banheiro, em um momento de “aperto”, e foi explicar o ocorrido para sua mãe. Com uma cara bem séria ele falou:
– Mamãe! O cocô não me avisou, ele foi para a minha barriga e correu para a minha cueca, foi muito rápido e ele não avisou, você tira ele?
Theo, ainda com 4 anos e 3 meses, gostou de ver o pai comprando aplicativos pela internet e entendeu, do jeito dele, como funciona uma loja virtual, com downloads etc.
Depois de “maquinar” bastante, ele quis explicar suas novas ideias acerca desse tema:
– Sabe, mãe, a barriga da mãe é uma loja onde a gente compra os bebês… (pausa)… Mas só as barrigas de mamães que têm os bebês, entendeu?
Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!