Guardanapo ou papel higiênico?
Na varanda
A casa do irmão
Flavio, com 2 anos e 2 meses, acabou de ter um irmãozinho e já conseguiu aprender muitas coisas com esta nova experiência.
Essa semana, ele resolveu desenhar e falou:
– Você sabe quê qué isso, mamãe?
– Não, o que é? – perguntou sua mãe.
– É pacenta! Eu tô deseando uma pacenta!
– Hã, uma PLACENTA?
– É, era casa do imão. Uma pacenta, uma pacentona!
Hino do Benjamim
Música visual
Theo, ainda com 4 anos e meio, ouvindo música clássica com seus pais:
– Sabe, essa música é uma música labirinto!
– Por quê? – quis saber sua mãe.
– Porque ela é assim ó (e faz um gesto com as mãozinhas). Ela vai por vários caminhos.
Chuva nos dentes
Francisco adora uma bagunça e sempre se diverte e diverte os amigos de três anos com suas observações.
Na escola, depois do lanche, ele constata a ação da turma, animado:
– A Ana tá enchovando, o Pedro tá enchovando, a Maria tá enchovando… tá todo mundo enchovando os dentes!!!
Grande menina
Deus e anjo da guarda
Alice é irmã da Rita e também tem ótimas histórias para compartilhar com a gente:
Quando tinha 5 anos, durante uma tarde chuvosa e com o carro quebrado, precisou pegar um táxi com sua mãe para voltar para casa. O trânsito estava praticamente parado e, no meio do percurso, Alice ficou com sede e reclamou insistentemente por água.
Diante da dificuldade toda da situação, a mãe pediu para ela esperar, para ela entender, e deve ter usado argumentos bem tocantes, porque Alice não só parou de reclamar, como ainda completou:
– Também… Não sei porque Deus foi me fazer assim com tanta sede!
………….
E quando não está com sede, Alice adora passear e não gosta nada de ficar parada em casa. Com dois anos e pouco, foi rezar junto com a avó e no final da prece, ouviu:
– Anjinho do céu, guarda mamãe, guarda papai, guarda Alice…
E interrompeu na hora, bem determinada:
– Alice não! Não guarda a Alice, não, porque ela quer passear!
Gentilezas da Anita
Anita, com 1 ano e 8 meses, acordando gentilmente sua mãe:
– Mamãe, acoda o olho!
E, muito educada, criando uma nova palavra que resume aquela troca de gentilezas toda:
– Obigadadinada!





