Cocô ligeiro

Com 3 anos, o Gabriel não conseguiu chegar até o banheiro, em um momento de “aperto”, e foi explicar o ocorrido para sua mãe. Com uma cara bem séria ele falou:

– Mamãe! O cocô não me avisou, ele foi para a minha barriga e correu para a minha cueca, foi muito rápido e ele não avisou, você tira ele?

No ritmo

A mãe de Eric, de 6 anos, ganhou uma máquina de lavar dessas bem antigonas, mas que ainda funcionava bem.

Logo que a máquina chegou, ela aproveitou para centrifugar umas roupas e foi arrumar outras coisas na casa. Quando voltou para a lavanderia, encontrou Eric parado e boquiaberto diante do eletrodoméstico.

– O que foi, filho, nunca viu uma máquina de lavar roupa? – perguntou a mãe.

E Eric respondeu, ainda impressionado:

– Que lava e dança, não!

Buraquinho

Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…

 – Mamãe, minha orelha quebrou!

 – Imagina filha, mostra pra mim…
(Clara mostra o buraquinho do ouvido)

– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.

 – Mamãe, deixa eu ver seu buraquinho? O papai também tem buraquinho?
orelha
(história enviada pela Graziela)

Diversas do Theo 2

Entre seus 2 anos e meio e 3 anos, Theo continua contribuindo com o blog…

Diálogo de fim de domingo
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.

Contagem
Theo: dezessete, dezeoito, dezenove, dezedéizzzz!
Na hora de dormir
Diálogo entre pai e filho, passada a hora de dormir:
– Filho, a mãe disse que você precisa aprender a dormir sozinho.

(ele pensa)
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
Na hora de acordar
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)

Depois de aprontar

Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?

(E tem como não amar esse figurinha?)

 Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…

Mamãe cocó

Juju, com três anos, observando galinhas:

– Mamãe, galinha tem bumbum?

– Sim. – responde sua mãe.

– Pra quê?

– Huumm… pra fazer cocô ?! (risos)

– Ahhhh, então, a mamãe galona deve segurar a mão da galinha quando ela vai fazer cocô, que nem você segura a minha, né?

galinhapintinhoimagem: meusdesenhosparacolorir.blogspot.com

Dodói

Tomás tem dois anos e uma vez tomou picadas de uma formiguinha muito chata. Depois de chorar um pouco, brincou com a sua mãe de matar as formigas (imaginárias) que picam.

Passado algum tempo ele mostrou um machucadinho que tinha na testa e sua mãe falou:
– Ai, filho, quer que eu dê um beijinho para sarar o dodói?
Mas isso não era mais suficiente, então, ele respondeu:
– Não, mamãe, eu quero que você “mata” o dodói!

Adereços femininos

Sabe aquele negócio de prender o cabelo que é mais elegante do que o elástico?

A Sophia, quando tinha uns 3 anos, quase arrumou uma briga na escola por causa deste adereço…

Sophia: – Me dá minha Pivelinha!

Amiga da Sophia: – Aaai, não é Pivelinha, é Prrivelinha!!

Sophia: – Não! É Piiiivelinha! Me dá!!!

Amiga da Sophia: – Tó! Mas não é Pivelinha, é Prrivelinha!!!

Finalmente o pai da Sophia chegou para salvar a pobre fivela que quase quebrou no meio da disputa…