Pais e filhos… e irmãos… e mães…
Theo, com 3 anos, conversando com o pai na hora de dormir:
– Pai, quantos “irmões” você tem?
– Três, filho.
– É “muitos irmões”, né pai?
– Não, é bom ter irmãos.
(silêncio, o pai ainda na esperança que ele adormeça…)
– E quantos filhos você tem?
– Dois, você e o Ian.
– Não é muito dois filhos, né, pai?
– Por enquanto está bom, Theo. Dorme.
(mais silêncio)
– Pai… e por que você só tem uma mulher? Não quer ter duas também?
E alguns meses depois, logo ao acordar:
– Pai, o Ian é bebezinho, né?
– É, filho. Mas ele tá crescendo, né?
– É, ele era mais bebezinho pequenininho. Agora ele meninou um pouco.
O assassinato da formiga
A mãe de Valentina, de 3 anos e 4 meses, andava distraída e pisou em uma formiga.
– Mamãe, você pensou que a formiguinha não vai mais respirar? Que ela morreu?? Que ela não vai mais comer comidinha??? – pergunta a pequena.
A mãe, já emocionada, tenta responder e acalmá-la, mas Valentina continua impassível:
– E que ela tem uma filhinha que não tem mais mamãe!! Você sabia?!!
(história enviada por Jane / imagem: pixabay)
Palavrão
– Eu, mamãe, porque tem outros palavrões que não são simples e são MUUUITO feios.
Com medo da resposta, ainda assim sua mãe perguntou:
– CALABOCA. Calaboca é um palavrão não-simples!
Tiro ao álvaro no museu
Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
– Desenhos de gente morta. – responde Cauã.
– Que tipo de desenho?
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
.Saaai!!!
Melhor que manjar
Dudu, de 7 anos, foi almoçar na casa da tia e, para a surpresa de todos, comeu rapidamente, concentrado e…quieto!!! Comportamento raríssimo para um menino sempre conversador como ele é.
E, ainda com água na boca, ele respondeu:
Com uma pausa, ele olhou para o alto, como que procurando uma definição melhor e completou:
– Esse almoço tá uma Jarra dos deuses!!!
Aprendizado prático
Tratamento encantado
Na escola, Dora, com 3 anos, pergunta para sua professora:
– Gazi, posso pintiá seu cabelo?
– Pode, meu amor!
– E agola eu vou te maquiá, tá bom?
– Tá!
Alguns minutos depois, ela finaliza:
– Ponto, Gazi! Você ficô fadíssima!

