Nascida pra ser mãe
A pergunta da Olivia (de 2 anos e 8 meses) que não quer calar:
– Mamãe, quando você era bebezinha você já era minha mãe?
Deus e anjo da guarda
Papai do Céu
Guga, com 5 anos, explicando sua mais recente descoberta para a mãe:
– Papai do Céu fez os malvados sem querer. Daí ele disse (batendo a mão na testa): “Ai, não devia ter feito…!”. Aí, ele fez os super-heróis pra poder cuidar dos malvados!
Sem perder peças
Reflexões matinais
Theo, com 5 anos e meio, ainda na cama com suas reflexões matinais e conversando com a mãe cheia de sono:
– Mãe, pra que servem os números? Pra contar as coisas?
– Sim.
– E pra que servem as tintas? Pra pintar as coisas?
– Sim.
– E pra que servem as letras? Pra escrever as coisas?
– Siiim…
(Falando e rindo sozinho) – Ai, ai, ai… Quanta coisa cabe na minha cabeça!
Depois do café da manhã, ele foi ver uma semente que achou na floresta e plantou com o pai:
– Nossa! Nasceu um galho! Bem grande!
– É grande mesmo e cresceu muito rápido! Acho que essa semente é de uma planta igual ao pé de feijão mágico e vai chegar na casa do gigante, hein, Theo?
– Ahhh, mãe, isso não existe… mas existe que é semente mágica, isso sim!
Emancipando-se
Mattias, com 3 anos e 3 meses, aspirando sua independência:
– Mãe, quando eu fizer 8 anos eu vou jogar você fola!
Hoje, amanhã…
Lina, com 3 anos e 8 meses, lá no Rio de Janeiro:
– É hoje que é amanhã, mamãe?
E Theo, com 4 anos e 2 meses aqui em São Paulo, talvez um pouco entediado com a rotina:
– Hoje é Hoje? Mas todo dia é hoje? E amanhã é sempre amanhã?
Anel mágico
O melhor lugar do mundo é aqui e agora
Mattias, com 3 anos, super conectado com sua irmãzinha, Corinna, que está para chegar:
– Que bom morar aqui, né, mãe?
– É, Matt, eu também adoro Ubatuba.
– Não, mãe. “Que bom morar dentro de você.” A Côli que tá falando.

