Benjamim, com quatro anos e pouco, em um momento de espanto:
– Vixi Maria…cheia de graça!
E cantando animado:
– Como pode o peixe vivo viver fora da BACIA!
Benjamim, com quatro anos e pouco, em um momento de espanto:
– Vixi Maria…cheia de graça!
E cantando animado:
– Como pode o peixe vivo viver fora da BACIA!
– Mamãe, quando você era bebezinha você já era minha mãe?
Conversa por Skype no intervalo de um jogo da Copa do Mundo:
– Tia, que horas são aí? – pergunta Valentina aqui do Brasil.
– Oito da manhã. E já é quarta feira – responde Maria, lá da Nova Zelândia.
– Nossa, 8 da manhã?!
– É, Valen, aqui eu já estou no futuro…
– Tia, e o Brasil ganhou o jogo aí??
Mattias, com 3 anos e 4 meses, explicando para sua mãe:
– Sabe, mãe, que quando eu ela quiancinha eu já morri? Mas é que depois eu desmorri.
Theo, com 3 anos e 10 meses, desvendando o “mistério” das palavras:
Falando sobre aquele eletrodoméstico que nos ajuda a fazer sucos e panquecas:
– O liquidificador é o liquido-e-fica-a-dor, entendeu?
Falando sobre aquele eletrodoméstico que nos ajuda a limpar a casa:
– E o aspirador aspira-a-dor!
Ajudando o pai a instalar uma prateleira:
– Vou pegar o paraconfuso!
Juju, com três anos, observando galinhas:
– Mamãe, galinha tem bumbum?
– Sim. – responde sua mãe.
– Pra quê?
– Huumm… pra fazer cocô ?! (risos)
– Ahhhh, então, a mamãe galona deve segurar a mão da galinha quando ela vai fazer cocô, que nem você segura a minha, né?
Miguel tornou-se um frequente colaborador do blog (eba!) e semana passada envolveu-se com jogos de aposta e músicas barulhentas:
Corrida
– Mamãe, vamos apostar corrida? – pergunta o rapazinho.
– Não, filho, a mamãe está com preguiça.
– Mas então, vamos correr sem apostar?
Rock pesado
No meio da brincadeira, Miguel começou a gritar e fazer gesto com a mão na altura da barriga, como quem toca uma guitarra.
– Tá tocando rock, filho? – pergunta sua mãe.
E ele responde empolgado:
– É um rock muito roll, mamãe.