O rei da selva
Sarah, com 2 anos e 4 meses, chegou contando animada:
– Mamãe, eu tití Tesão!
– Assistiu o quêêêê? – estranhou sua mãe.
– Ele faz assim ó: OooooOoooOoooô!
Hino do Benjamim
Por favor!!!
Japonês!
Muito amor
A mãe do Marcos, de quase quatro anos, trabalhou bastante nas últimas semanas. Quando chegou em casa, depois de uma viagem à Brasília e muitas conquistas importantes, o pequeno pulou no seu colo, deu-lhe um gostoso abraço e, quando colocou as duas mãozinhas no rosto da mãe, se emocionou. Quando ele percebeu que estava chorando, logo disse:
– Mamãe, tô chorando de rindo!
(imagem: mamaesdeplantao.blogspot.com)
Fim do mundo
Miguel, 8 anos, conversando com o pai:
– Pai, o mundo vai acabar um dia?
– Sei lá, mas acabar como, filho?
– Morrer, se destruir em vários pedaços…
– Mas aí nós iríamos morrer?
– Não pai, iríamos ficar flutuando no espaço até encontrar outro planeta para viver…
– Entendi. E qual planeta você queria viver?
– Não sei, mas Marte não dá pois é muito perto do Sol…. Hum, acho que iria querer viver em Saturno para poder patinar nos anéis!
Tênis poderoso
Luca, com 5 anos e 4 meses, quando ganha um tênis novo, gosta de perguntar:
– Qual o poder desse tênis? Correr muito rápido? Saltar muito alto?
Dia desses, ele ganhou um novo calçado de seu pai e, portanto, quis saber:
– Qual o poder deste tênis?
– De andar longas distâncias sem se cansar! – respondeu o pai orgulhoso.
Mas Luca precisou completar:
– Acho que ele tem também o poder de ser um pouco feio.
Aranha no escritório
Heitor, com dois anos e oito meses, colocou sua fantasia e entrou correndo no escritório:
– Oi Homem-aranha! Como você está? – pergunta o pai, dando uma pausa no trabalho.
– Vermelho! – responde Heitor.
– Ah… que tal você dizer: eu estou pronto para amarrar os bandidos com minha super teia! – sugere o pai.
– Eu também! – anima-se o pequeno.
Palavras do Theo
Theo, com 4 anos e 7 meses, continua suas descobertas acerca das palavras e da anatomia:
Em uma festa de aniversário, comendo um Sonho de Valsa:
– Bombom, hummm, é bom, bom… é… chama bombom porque é muito bom…
Conversando com sua mãe, depois do almoço:
– Então, depois que a gente mastiga, a comida desce e vai pro estôgamo?
Antes de dormir, conversando com seu pai:
– Pode ir, pai, você esqueceu que eu já dórmo sozinho?




