Theo, com 3 anos e meio, desvendando a medicina alternativa…
– Theo, vem tomar a homeopatia! – chama o pai.
– Não, eu não vou tomar “oSEUpatia”, eu vou tomar “oMEUpatia”… (pausa reflexiva)… Ô pai, o que é patia? “É” bolinhas?
Theo, com 3 anos e meio, desvendando a medicina alternativa…
– Theo, vem tomar a homeopatia! – chama o pai.
– Não, eu não vou tomar “oSEUpatia”, eu vou tomar “oMEUpatia”… (pausa reflexiva)… Ô pai, o que é patia? “É” bolinhas?
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?
Gael V., com 3 anos, iniciando seu planejamento financeiro:
– Mamãe, vamos pegar o avião para ver a Vale e o Nei? (em Florianópolis).
– Gael, primeiro eu preciso juntar dinheiro para a gente ir. – explica sua mãe.
– Eu tenho dinheiro, mamãe! Eu tenho um pedágio, meu dinheiro tá lá. – responde o mini economista.
Theo, com 4 anos e 7 meses, conversando com seu tio sobre os vínculos familiares:
– Theo, o que eu sou do seu pai? – pergunta o tio.
– Irmão! – responde Theo.
– E o que você é da Vovó Stela?
– Netinho!
– E o que o pai da sua mãe é seu?
– Vovô!
– E o que a mãe da sua mãe é do seu pai?
– Sobra!
Alice, com 1 ano e 7 meses, já falava frases e não estava gostando de ficar sem atenção sentada na cadeirinha do carro. Seus pais estavam conversando, virados para frente quando escutam:
– Cuidado papai, cuidado papai…
Na hora, o pai de Alice olha rápido para trás e pergunta:
– O que foi, filha?
E ela responde, com cara de sapeca:
– Olha “pá” “fente”!
Ian, com 2 ans e 3 meses, adora balançar e no sítio chega a ficar uns vinte minutos entretido com o vaivém. Em um dia desses, sua mãe perguntou:
– Tá cansado, filho?
E ele respondeu:
– Não, mãe, “tô velaxando”…
…
E antes disso, ele declarou animado:
– Mamãe, eu não “xô” neném!
– Não, meu amor, você cresceu, né?
– É! Eu “xô” filhinho!