Theo, com 3 anos, e suas observações anatômicas e escatológicas:
– Ah, eu já sei para que serve o bulaquinho do nariz?
– Para quê, filho? – pergunta sua mãe
– Para guardar as catotas!
Theo, com 3 anos, e suas observações anatômicas e escatológicas:
– Ah, eu já sei para que serve o bulaquinho do nariz?
– Para quê, filho? – pergunta sua mãe
– Para guardar as catotas!
Pai e filho brincando de Tiranossauro, uma brincadeira cheia de mordidas e abraços…
– Filho, sabe que eu inventei essa brincadeira de dinossauro só para a gente ficar se abraçando? Eu adoro o seu abraço!
– Ah, papai. Se você queria abraço era só pedir, né?
(pausa reflexiva)
– Papai, você é mesmo um bebezão!
– Quero ver logo a Manô de barrigão!
E, gritando para o outro lado da rua, onde estava seu pai, pediu:
– Papai, você pode por logo uma sementinha nesse teu bingulin?
A amiguinha do Miguel tem 2 anos e 9 meses e quebrou o braço esses dias. Diante da reação de uma adulta que exclamou “ai, que dó do bracinho…”, ela logo explicou:
– Não fica triste. Eu tenho outro.
Sarah, com 2 anos e 5 meses, adora uma salada de pepino e tomate. Dia desses, ela comeu tudo sozinha e com as mãos, que passava na água do vinagre. Quando acabou de comer, Sarah olhou para os dedos que estavam todos enrugados e exclamou:
– Ah não!
– O que foi Sarah? – assustou-se sua mãe.
– Minha mão, meu dedo! Tagou! Tá tudo tagado!
Theo, com 4 anos e 7 meses, continua suas descobertas acerca das palavras e da anatomia:
Em uma festa de aniversário, comendo um Sonho de Valsa:
– Bombom, hummm, é bom, bom… é… chama bombom porque é muito bom…
Conversando com sua mãe, depois do almoço:
– Então, depois que a gente mastiga, a comida desce e vai pro estôgamo?
Antes de dormir, conversando com seu pai:
– Pode ir, pai, você esqueceu que eu já dórmo sozinho?
– Mamãe, faz malabarises?
Cauã, com 5 anos e meio, foi ao museu e observou muitas coisas.
(E viva São Sebastião, retratado com flexas no peito)
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