Gael, com dois anos, reparando nas diferentes fases da Lua:
– Óóóóla, mamãin, a lua! Tá quebada!
Gael, com dois anos, reparando nas diferentes fases da Lua:
– Óóóóla, mamãin, a lua! Tá quebada!
Hugo, com 6 anos e após uma longa e profunda reflexão:
– Mãe, eu acho um absurdo o universo ser infinito!
Clara, com dois anos e pouco, conversando com a mãe…
Assistindo um clipe do Palavra Cantada:
– Mamãe, quem é esse?
– Você já sabe filha.
– É Arnaldo Antúnel, é??
Voltando de Bertioga, litoral de São Paulo:
– Mamãe, olha o túnel!
– Nossa que legal, né, filha?
– Mamãe, lá fora tá ispelando a gente. A gente já tá chegando…
imagem: pixabay
história enviada pela Graziela
Ian, 5 anos, tem dito que quer ser médico e também “biogatário” (não me pergunte onde ele e o pai dele acharam esse nome, mas sei que tem a ver com o fato dele estar apaixonado por gatinhos)… tem falado bastante do que quer fazer quando crescer e tal… ontem ele chegou perguntando:
– Ô mãe, quando a gente pede essa coisa que a gente quer fazer é o coração que faz?
– Como assim, filho? Quando você escolhe o que quer trabalhar?
– É, quando a gente escolhe o que quer trabalhar é o coração que faz ou a gente tem que se preparar?
(mini suspiro da mãe encantada)
– Acho que as duas coisas, filho.
A Julia, agora com 7 anos, não recorta mais vestidos, mas adora atender o telefone de casa. Dia desses, sua mãe estava bem ocupada e, quando tocou o aparelho e a mocinha já correu para atender, ela pediu:
– Julia, se forem aquelas pessoas querendo vender alguma coisa, do banco, do cartão etc, fala que eu não estou, tá?
– Tá – respondeu Julia, já com a mão no aparelho.
Quando a ligação começou, a moça do outro lado perguntou:
– Por favor a Sra. Cristiane, aqui é do cartão fulano de tal…
Mas a Julia rapidamente já interrompeu:
– Olha, ela não está!
– Ah, não está? Então você pode chamar a sua mãe, por favor?
E a Julia, muito brava, saiu gritando:
– Manhêêêê, eu disse que você não tava, mas não adiantou nada!