Guile, com 3 anos e 9 meses, estava curtindo ver fotos antigas.
– Guile, você sabe quem está dentro da minha barriga nessa foto? – pergunta sua mãe.
– Não. – responde o pequeno.
– Você, o Guile!
– Mãe, você me comeu??
Casamento descontraído
Lina, além de parodiar músicas, essa semana também quis saber:
– Mamãe, você casou com o papai quando eu tava nem aí, né?
Correia dentada
Sempre procure um adulto
Diversas do Theo 2
Entre seus 2 anos e meio e 3 anos, Theo continua contribuindo com o blog…
Diálogo de fim de domingo
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Contagem
Theo: dezessete, dezeoito, dezenove, dezedéizzzz!
Na hora de dormir
Diálogo entre pai e filho, passada a hora de dormir:
– Filho, a mãe disse que você precisa aprender a dormir sozinho.
(ele pensa)
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
Na hora de acordar
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
O nariz
Theo, com 3 anos, e suas observações anatômicas e escatológicas:
– Ah, eu já sei para que serve o bulaquinho do nariz?
– Para quê, filho? – pergunta sua mãe
– Para guardar as catotas!
O que é importante
Cinco fases
Assim como a Rita, o João, de quase 7 anos, também se interessa bastante pelos fenômenos da natureza.
Conversando com a sua avó, na volta da escola para casa, ele ouviu:
– Nossa, como a Lua está linda!
E logo concluiu:
– É a Lua cheia, né, vovó?
– Sim, é a Lua cheia. A Lua tem quatro fases e…
– Eu sei! – interrompeu animado e começou a contar nos dedos – Tem a Lua cheia, que é uma bola, a Lua crescente, que é um risquinho para um lado, a Lua minguante, que é um risquinho para o outro lado, a Lua nova, que não parece e… peraí, não são quatro, não, são cinco!
– Não, João, são quatro – explicou sua avó – você já disse o nome de todas, querido.
Mas ele não se conformou e disse com bastante seriedade:
– São cinco, sim, vó, você está esquecendo da Lua de mel!
Três!
Super herói em desenvolvimento
– Mas eu sou um super herói! – responde Bruno, meio indignado.
– É nada… super herói tem super poderes e…
– Eu tenho super poderes!!! – interrompe, mais indignado ainda.
– Você nem consegue voar! Como você é um super herói e não consegue voar??
Após uma breve pausa, Bruno, acha sua resposta e explica, com calma:


