Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!
Alice, com 2 anos e 4 meses, não teve medo dos filhotes de tubarão que viu:
– Mamãe! Eu vi os tubarinhos!
Dois pais conversando na porta da escola e um começa a contar:
– Hoje meu filho de 3 anos tava comendo um chocolate e quando minha mulher foi pedir um pedaço sabe o que ele respondeu?
– O quê? – pergunta o outro.
– “Vai comer fruta”!
Na hora do jantar, cheio de frescura:
– Mãe, não coloca comida no meu prato, não. Você deu aquele doce pro Ian e agora sua mão tá com esse cheiro bananesco, eca!
Além de cozinhar, o Miguel também gosta de brincar com seu irmão, Benjamim. Mas, como geralmente acontece nas melhores famílias, as vezes eles se desentendem e precisam explicar para os pais o que aconteceu…
Dia desses, a mãe dos meninos estava arrumando algumas coisas enquanto eles brincavam e, de repente, ouve um choro forte. Quando vê que é o Benjamin quem está chorando, logo quer saber:
– Migue-el, o que aconteceu?
E o Miguel dá a explicação:
– Nada, mamãe… (pausa)… Foi só uma parte do meu corpo que machucou o meu irmão!
(Se ele tivesse conversado com a Sofia, poderia tentar a história do carinho rápido, né?)
Hari, com 3 anos, super adepto do slow kids:
– Filho, a mamãe tá em cima da hora! – explica sua mãe.
– E eu tô embaixo da hora! – responde Hari.
Rita, com dois anos, já se interessava pelos fenômenos da natureza e demonstrou uma percepção que pode enriquecer o trabalho de muitos astrônomos.
Certa vez, passeando com seu pai à noite, ela prestou atenção na Lua, que estava naquela fase em que vemos metade do disco, no período em que a parte iluminada está em crescimento, e disse:
– Olha, papai, a Lua Risente!
Lia, com 5 anos e 10 meses, batendo uma papo com a Cinderela no telefone de brinquedo:
– Alô?! Ooooooi, Cinder, tudo bem? Como foi o baile? Puxaaaaa, fiquei sabendo que perdeu seu sapatinho, verdade? Já almoçou?
Theo, 4 anos e 4 meses, conversando com sua mãe:
– Theo, você lembra que a vovó pediu pra você ir lá ajudar a arrumar a casa?
– Lembro, eu nunca esqueço, sabe por quê?
– Por quê?
– Porque ficam passando uns sonhinhos na minha cabeça. Eu sonho até o que a gente vai fazer amanhã.