Theo, com 4 anos e 7 meses, procurando por um pipoqueiro no Parque da Água Branca:
– Puxa vida, não tem nenhum pipoqueiro hoje… Ah, já sei, eles devem estar todos na escola de pipoqueiros …
Diversas do Theo 4
Narrando o movimento do elevador, quando foi buscar a pizza com o pai:
Sua mãe fala:
E ele responde muito preocupado e com voz de sofrimento:
Brincando de médico:
– Eu sou o médico, você é a enfermeira (para a mãe). Vou examinar esse bebê (pega um boneco).
– Ok, Dr. – responde a mãe.
– Enfermeira, pega o estetoscópico, por favor.
– Tá aqui, Dr.
– Obrigado. (examina o bebê). Ih, o bebê tá chorando. Enfermeira, canta uma música bem relaxosa pra acalmar o bebê, tá bom?
Montando um quebra-cabeça/livro:
– Essa peça é a maior de todas, é gigrande!
Criando palavras:
– Theo, pega a fita crepe lá no quartinho, por favor – pede a mãe.
– Onde? No quartinho da lavandeíra?
Em processo de recuperação da virose:
– Filho, como você está se sentindo?
– Ah, eu tô bem melhor, não tô mais molinho, não, já tô todo duro de novo.
Maria e Bacia
Benjamim, com quatro anos e pouco, em um momento de espanto:
– Vixi Maria…cheia de graça!
E cantando animado:
– Como pode o peixe vivo viver fora da BACIA!
Família ê, família ah…
Theo, com 4 anos e 7 meses, conversando com seu tio sobre os vínculos familiares:
– Theo, o que eu sou do seu pai? – pergunta o tio.
– Irmão! – responde Theo.
– E o que você é da Vovó Stela?
– Netinho!
– E o que o pai da sua mãe é seu?
– Vovô!
– E o que a mãe da sua mãe é do seu pai?
– Sobra!
O céu e o chão
Téo, com 3 anos, exercitando a comparação, com uma pitada de prosopopéia (ou personificação, para quem esqueceu das aulas de figuras de linguagem :)…
– O céu não tem asa, mas mesmo assim ele voa. O chão não tem perna nem braço, só tem barriga
Bandeira mais limpa
Lina, com 3 anos e 10 meses, parodiou a música do soldado, com um toque refrescante. Sua versão ficou assim:
“Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito vai preso pro quartel. O quartel pegou fogo, seu polícia deu sinal. Acode, acode, acode, a BANHEIRA nacional.”
Dentes permanentes
Theo C. já é um rapaz, mas quando tinha 5 anos e pouco, quis saber:
– Mãe, depois que cai o dente, aí nascem os dentes permissivos, né?
Sua irmã, Lia, logo mais fará 6 anos. Ela acabou de perder seu primeiro dentinho e curiosamente também observou:
– Mãe, agora vai nascer o meu dente persistente, né?
Correia dentada
Pistas pela casa
Buraquinho
Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.


