Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.
Clara com 2 anos e pouco, explorando sua propria orelha…
– Mamãe, minha orelha quebrou!
– Ah filhota, é só o buraquinho da orelha, todo mundo tem.
– Tá bom, mamãe, entendi. Mas eu não quero nem passar batom e nem pintar a unha, tá?
Quando tinhas uns 2 aninhos, Carolina ficou muitos dias sem conseguir fazer cocô e, quando finalmente seu intestino funcionou, ela deu um suspiro bem grande e falou bem alto:
– Ai, que alíSio!!!
Lina, com 3 anos, um pouco brava com alguns alimentos:
– Papai, esta laranja é ogânica! Você gosta?
– Sim, e você?
– Eu não sou ogânica!
…
Com soninho, argumentando com sua mãe:
– Lina, tenta dormir sem chupar dedo, você sabe que não é bom pra você…
– Só mais um pouquinho, mamãe, até acabar!
…
E brincando com um amiguinho, sem medo das coisas da vida:
– Nossa, Bebel, você está a cara da sua mãe!
– Não, não, a cara da minha mãe tá aqui!
Benjamim, com 4 anos, também gosta de observar a Lua e, dia desses, observou:
– Olha, mãe, hoje a lua não tá de bolinha, tá de boquinha!
E, com ares mais românticos, outro dia perguntou:
– Mãe, o céu é ar azul né?
Que língua do “P”, que nada! O negócio agora é a língua do “L”:
Julia, quando tinha 3 anos e pisou na lama sem querer:
– Ai, que Lojo!!!
Pedro, também com 3 anos e tentando abrir uma tampa:
– Ai, que difícil esse Logócio!!
Na escola, Dora, com 3 anos, pergunta para sua professora:
– Gazi, posso pintiá seu cabelo?
– Pode, meu amor!
– E agola eu vou te maquiá, tá bom?
– Tá!
Alguns minutos depois, ela finaliza:
– Ponto, Gazi! Você ficô fadíssima!