Benjamim doce passarinho

Benjamim é irmão mais novo do Miguel e recentemente começou a nos presentear com suas reflexões também:

No carro com a família, ouvindo uma música da cantora Tiê, que fala do nome dela.
Sua mãe pergunta:

– Você queria ter nome de passarinho, filho?

E ele, inspirado, responde:

– Mas eu tenho nome de passarinho! Nome de amor, de passarinho, de aleguia

Novos doces

No Natal, Theo (ainda com 4 anos e 5 meses) comeu muitos doces e também tomou Sol:
Na beira da piscina:
– Mãe, eu comi aquele doce que a Monique colocou na churrasqueira!
– Qual?
– Aquele branquinho, o Marchinelo!
– Nossa, como a Giovanna tá branquinha, né, Theo? – observa sua tia.
– Por que ela tá tão branquinha? – quis saber Theo.
– Ah, acho que é porque ela toma muito leitinho…
– Ah…
(pausa reflexiva)
– E você, tia Fátima, você tá bem pretinha, então você toma leite com Mescau?

Na hora do jantar, cheio de frescura:

– Mãe, não coloca comida no meu prato, não. Você deu aquele doce pro Ian e agora sua mão tá com esse cheiro bananesco, eca!

Melhor que manjar

Dudu, de 7 anos, foi almoçar na casa da tia e, para a surpresa de todos, comeu rapidamente, concentrado e…quieto!!! Comportamento raríssimo para um menino sempre conversador como ele é.

Intrigada, sua tia perguntou:
– Nossa Dudu, que beleza ver você comendo assim bonitinho, quietinho. Tá gostoso?

E, ainda com água na boca, ele respondeu:

– Ah, tia Mel, tá sim…

Com uma pausa, ele olhou para o alto, como que procurando uma definição melhor e completou:

– Esse almoço tá uma Jarra dos deuses!!!

Sobre as postagens

As postagens no blog diminuíram, pois precisei concentrar energia em trabalhos particulares e também na publicação do livro, que atrasou, mas deve ser impresso assim que a ComArte/EDUSP finalizar as revisões.

Mas continuo recebendo as histórias, que podem ser enviadas pelo blog ou por email, ok?

Grata,
Maíra

Casamento

Aula de História, 7º anos (ou seja, alunos de cerca de 12 anos). A professora explica:

– Na Idade Média o casamento entre nobres não tinha nada a ver com amor, tinha a ver com interesses políticos, as mulheres não tinham muita escolha, eram obrigadas a se casar com quem seus pais determinassem…

E, em quatro turmas diferentes a reação das meninas foi unânime:
– Mesmo se o cara fosse feio???!!!!