Lanchinho bravo
Duas do Pedro
Bicho papão
O cocô nosso de cada dia…
E, além de fazer descobertas super importantes no banho, o Hugo também usa bastante o banheiro para fazer as necessidades básicas, claro. Com 5 anos, ele gostava de ficar um tempão sentado no vaso e lendo gibis. Um dia, sua mãe estava com pressa e perguntou:
– Já acabou, Hugo?
E ele, bastante calmo, explicou:
– Não, mamãe. Cocô nunca acaba. Amanhã tem mais.
Espada!
Banana no frio
Sem drama
A amiguinha do Miguel tem 2 anos e 9 meses e quebrou o braço esses dias. Diante da reação de uma adulta que exclamou “ai, que dó do bracinho…”, ela logo explicou:
– Não fica triste. Eu tenho outro.
Gogó
Artur, com 4 anos, explorando o corpo humano:
– Mãe, o que é isso aqui? (apontando para o pomo de adão)
– Chama pomo de adão.
– Ah, tá. Serve pra fazer assim: cof, cof, cof, né?
Meu Vizinho!
Sarah, com 2 anos e meio, conversando com os avós na porta de casa:
-Sarah, olha ali o Seu Montoro – diz a avó apontando para o vizinho que se aproxima.
– É meu! MEU MONTOLO! – briga Sarah.
– Não, Sarah, é “SEU”. Seu Montoro é ele.
– É MEEEEEEEU MONTOLO! – não se conforma a mocinha, que já pode bater um “papo pronominal” com o Theo e com a Marina.
(E daria para ficar discutindo horas de quem é o Montoro).



