Melina, com 4 anos, foi visitar o aquário de Santos e ficou encantada com tantos peixes que vinham nadando em sua direção. De repente, ela surpreende sua mãe dizendo:
– Olha, que bonitinho, uma manada de peixinhos!
Melina, com 4 anos, foi visitar o aquário de Santos e ficou encantada com tantos peixes que vinham nadando em sua direção. De repente, ela surpreende sua mãe dizendo:
– Olha, que bonitinho, uma manada de peixinhos!
Em uma conversa com seu pai:
– O Gael é homem.
– Eu não sô hóme, eu sô um elfo!
E na hora do macarrão:
Sua mãe cozinhando e Gael sentado no banco, assistindo, sem parar de falar, de perguntar coisas. Em certo momento, ela já estava meio distraída e ele perguntou:
– E esse fogo, mamãe, tá aceso?
– Tá, filho – respondeu a mãe sem olhar.
– Esse, mamãe.
– Tá, filho, tá aceso.
Mas o fogo não estava, ele estava apontando para outra boca do fogão e sua mãe não viu.
Então, ele teve que explicar com mais ênfase:
– Não tá, não! Já ti faêi que não tá, mamãe!
Descobrindo os temperos da horta
– O que é isso, mamãe? É ceboinha? – quis saber Gael.
– Sim, essa aí é a cebolinha. – explica sua mãe.
– Gael pode comê?
– Só quando ela crescer mais. Ainda está pequenininha.
E, com cara de chateado, ele pede:
– Aaaaaahhhh, ceboinha! Quésce ógo!
Um dos livros era aquele do ratinho, do morango e do grande urso. No mesmo dia, coincidentemente, seus pais compraram morangos e, na manhã seguinte, Gael acordou todo feliz e foi correndo abraçar sua mãe. Ao perceber os morangos na cozinha, com a cara sapeca de quem está contando uma história, ele perguntou:
– Selá que o ússo vai pegá nosso moango? Selá?
Pai e filho brincando de Tiranossauro, uma brincadeira cheia de mordidas e abraços…
– Filho, sabe que eu inventei essa brincadeira de dinossauro só para a gente ficar se abraçando? Eu adoro o seu abraço!
– Ah, papai. Se você queria abraço era só pedir, né?
(pausa reflexiva)
– Papai, você é mesmo um bebezão!
Ian (5 anos): … daí eu sonhei que bateu o carro e daí eu acordei com medo!
Theo (8 anos): Ian, mas você disse que conseguia escolher seu sonho, lembra? Por que dessa vez você não escolheu outro sonho?
Ian: Ahhh, Theo, não é toda vez que dá pra escolher o sonho, né? Dessa vez quem escolheu foi o automático!
Em um momento antes de dormir:
– Ô mãe, quando eu crescer eu quero ser tudo, tá bom?
E no dia seguinte no carro, no meio de uma conversa com o pai:
– … e como é a sua mãe? – pergunta Mauricio.
E depois de uma breve pausa, Theo responde:
– Ela é legal, é grande e é muito gostadora das pessoas.
A mãe dirigindo e Ian, com 2 anos e meio, na cadeirinha do carro e com um livro emprestado de um amiguinho nas mãos:
– Óia, mãe, esse lívo tem gilafa, zêba e elefante!
– Que legal, filho!
– Óia aqui dênto… achei a gilafa!… aqui a zêba!
(pausa)
– Cadê o elefante?
– Procura, filho.
– Já poculei, não tem…
– Deve ter filho… agora eu tô dirigindo, mas quando a gente chegar em casa, eu te ajudo a achar o elefante, tá?
(mini pausa pro espanto)
– Tem elefante na nossa casa???
(adoro essas “literalidades” dos 2 anos, hahaha!)
O pai do Martin é repórter e costuma lhe contar histórias de países distantes, quando volta das viagens a trabalho.
Certa vez, quando Martin tinha 4 anos, perguntaram para onde ele gostaria de passar as férias e a resposta veio rapidamente:
– Eu quero ir para o Parquestão!!!
Miguel, com 5 anos, escorregou na escada, tentou se equilibrar, mas não teve jeito e… ploft!
Depois da queda, levantou e ainda disse:
– Nossa, quase que foi por um triz!
Carla, com 3 anos e pouco, sempre foi muito comportadinha, bem educada e também atenta a novas palavras e atitudes.
Certo dia, em um jantar com muitos membros da família, ela viu seu pai espremer um limão na salada e tentou fazer o mesmo. Mas o limão que Carla pegou estava seco e, então, ela pediu:
– Mamãe, pecisa de oto limão.
– Por que filha?
– Poque esse aqui fudeu.