Bandeira mais limpa
Lina, com 3 anos e 10 meses, parodiou a música do soldado, com um toque refrescante. Sua versão ficou assim:
“Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito vai preso pro quartel. O quartel pegou fogo, seu polícia deu sinal. Acode, acode, acode, a BANHEIRA nacional.”
PiLico!
Ian (2 anos e 5 meses) no sábado:
– Mamãe, eu tô ficando gande, poque eu vô apendê a fazê cocô no piLico!
– Sim, meu amor! – diz a mãe empolgadíssima já pensando em acender uma vela p/ Nossa Senhora do desfralde natural…
Ian no domingo:
– Vô fazê cocô…
– Oba, filho! Vamos pro penico?!
– Não, mamãe – e fazendo carinho no rosto da mãe, completa – eu não sou gande não, eu quelo fazê na faldinha, tá bom?

(E la vamos nós com dois passos p/ frente, um p/ trás, muitas fraldas mas também muita fofurice 🙂 )
Céu da boca
Coração
Luca, com 5 anos e pouco, aprofundando seus conhecimentos sobre cardiologia:
– Pai, o coração tem coração? Dentro dele tem coração?
Telemarketing
A Julia, agora com 7 anos, não recorta mais vestidos, mas adora atender o telefone de casa. Dia desses, sua mãe estava bem ocupada e, quando tocou o aparelho e a mocinha já correu para atender, ela pediu:
– Julia, se forem aquelas pessoas querendo vender alguma coisa, do banco, do cartão etc, fala que eu não estou, tá?
– Tá – respondeu Julia, já com a mão no aparelho.
Quando a ligação começou, a moça do outro lado perguntou:
– Por favor a Sra. Cristiane, aqui é do cartão fulano de tal…
Mas a Julia rapidamente já interrompeu:
– Olha, ela não está!
– Ah, não está? Então você pode chamar a sua mãe, por favor?
E a Julia, muito brava, saiu gritando:
– Manhêêêê, eu disse que você não tava, mas não adiantou nada!
Pérola no fundo do mar
Quando as coisas funcionam ou não…
– Meu pai consertou a descarga e agora tá consionando!!!
—-
E o Pedro, com 3 anos, ficou intrigado quando o controle remoto não mudava os canais e reclamou com o pai:
– Dóga, esse contole não fununcia!
—-
(O Victor e o Pedro, precisam conversar com o Lúcio sobre essas coisas que não sanfoniam, né?)
Descrevendo
Sarah, com seis anos, conversando com sua irmã mais velha, Anna…
– Sarah, eu gosto do jeito que você descreve as coisas. – diz Anna.
– Mas eu não sei escrever! – estranha a pequena.
– Eu não disse escrever, disse descrever.
– É a mesma coisa!
– Claro que não! Sabe o que é descrever?
– Sei! Des-crever é igual a apagar!
Coincidências da vida
Helena, aos 4 anos, conversando com sua mãe sobre aniversários:
– Helena voce sabe o dia do seu aniversário?
– Não.
– É dia 3 de novembro.
– É quando vou fazer 5 anos?
– É, fará 5 anos que você nasceu.
– Quando eu nasci?
– No dia 3 de novembro.
– Nossa, eu nasci no dia do meu aniversário?!


