Miguel e Benjamim resolveram brincar de “o que é o que é” com a madrinha do Benjamim, Manoela.
E o Benjamim respondeu animado:
Miguel e Benjamim resolveram brincar de “o que é o que é” com a madrinha do Benjamim, Manoela.
E o Benjamim respondeu animado:
As postagens no blog diminuíram, pois precisei concentrar energia em trabalhos particulares e também na publicação do livro, que atrasou, mas deve ser impresso assim que a ComArte/EDUSP finalizar as revisões.
Mas continuo recebendo as histórias, que podem ser enviadas pelo blog ou por email, ok?
Grata,
Maíra
Olívia indo pela primeira vez ao cabeleireiro:
– Mamãe, por quê eu preciso cortar o cabelo? Ele não tá doendo!
Benjamim, além de gostar de sucos, curte também um verdinho na comida.
-Benja o que vc quer comer? – pergunta sua mãe.
– Pão de queijo. – responde Benjamim.
– Pode ser cem gramas?
– Não! Quero com gramas!
Hari, com 3 anos, super adepto do slow kids:
– Filho, a mamãe tá em cima da hora! – explica sua mãe.
– E eu tô embaixo da hora! – responde Hari.
Iris, de 7 anos e meio, conversando com sua amiga Paola da mesma idade:
– Você tem um livro de morcegos? Não? Eu tenho!
(pega o livro)
– Ó, chama “Os morcegos”.
(começa a folhear)
– Tem um monte de bicho nojento…
(e depois de uma pausa…)
– Ó… “sumário”: é um tipo de morcego marrom beeem feio!
– Para, búfalo! Vem aqui, sua porquinha!
É assim que o Gael, de 3 anos, fã de Kiriku e Peppa conversa com sua mãe ultimamente 😉
Lina, além de parodiar músicas, essa semana também quis saber:
– Mamãe, você casou com o papai quando eu tava nem aí, né?
Além de cozinhar, o Miguel também gosta de brincar com seu irmão, Benjamim. Mas, como geralmente acontece nas melhores famílias, as vezes eles se desentendem e precisam explicar para os pais o que aconteceu…
Dia desses, a mãe dos meninos estava arrumando algumas coisas enquanto eles brincavam e, de repente, ouve um choro forte. Quando vê que é o Benjamin quem está chorando, logo quer saber:
– Migue-el, o que aconteceu?
E o Miguel dá a explicação:
– Nada, mamãe… (pausa)… Foi só uma parte do meu corpo que machucou o meu irmão!
(Se ele tivesse conversado com a Sofia, poderia tentar a história do carinho rápido, né?)
A Olívia, com dois anos, queria entender o que é trabalhar. Durante a explicação, seus pais disseram que um dia, quando estiver grande, ela provavelmente vai querer trabalhar também.
Depois de pensar quietinha por um tempo, ela olhou para uma enorme torre de telefonia que fica perto da casa (e que até então seus pais achavam horrenda) e disse, com imensa alegria:
– Ah, eu vou trabalhar ali, na torre de botões!