Theo, com 4 anos e 7 meses, procurando por um pipoqueiro no Parque da Água Branca:
– Puxa vida, não tem nenhum pipoqueiro hoje… Ah, já sei, eles devem estar todos na escola de pipoqueiros …
Cada um com a sua voz
Tsu é um menino bastante observador, que adora conversar e compartilhar suas opiniões.
Certa vez, quando estava com 3 anos e meio e participando de uma aula de música, ele ficou muito intrigado com o fato do professor estar rouco.
Ao longo das canções, foi ficando inconformado, até que perguntou, já tentando resolver a situação:
– Ô, Tanã, por que você não fala com a voz que é sua, hein?
Diversas do Theo 2
Entre seus 2 anos e meio e 3 anos, Theo continua contribuindo com o blog…
Diálogo de fim de domingo
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Theo: O papai é “gandi”.
Eu: E o Theo?
Theo: O Tetéo é “pitinininho”.
Eu: E a mamãe?
Theo: A mamãe é “divagarzinha”.
Contagem
Theo: dezessete, dezeoito, dezenove, dezedéizzzz!
Na hora de dormir
Diálogo entre pai e filho, passada a hora de dormir:
– Filho, a mãe disse que você precisa aprender a dormir sozinho.
(ele pensa)
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
Na hora de acordar
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Não, pai. Eu não peciso apendê a domi sozinho, não. Eu sou quiança. Quando eu ficá adulto, aí eu apendo.
– E o que mais você vai fazer quando ficar adulto, filho?
– Quando eu ficá adulto, eu vou tomá tota-tola, toma cevêza… Aí eu dumo sozinho, tá bom?
6:20h da manhã:
– Papai, tô com fome di tainho… (tradução: de carinho)
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Em um dia “insuportááável”, passando de todos os limites. A mãe, grávida de 6 meses, “explode” e segue a conversa:
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Querendo colo
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
– Chega, Theo!
– Não!
– Chega!! Minha paciência acabou!
– Não “acabô”, não. Sua paciência tá “dentlo” da sua barriga com o Ian!!
(Sutil, hã? Freud explica?!)
Theo adora ser carregado no colo, ou montar no pescoço do pai. E, com 3 anos, já está ficando pesadinho. Diálogo sobre isso, subindo a Rua Germaine Burchard:
– Filho, anda um pouquinho. Tá pesado, o pai não aguenta mais te carregar.
– Não, pai. (pensa um pouco) Você é velhinho, mas ainda “aguenta eu”…
Bandeira mais limpa
Lina, com 3 anos e 10 meses, parodiou a música do soldado, com um toque refrescante. Sua versão ficou assim:
“Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito vai preso pro quartel. O quartel pegou fogo, seu polícia deu sinal. Acode, acode, acode, a BANHEIRA nacional.”
Um sutil pedido de atenção
Em uma dessas noites de babysitter, quando ele tinha uns 3 anos, Anninha decidiu levar uma amiga para lhe fazer companhia e Daniel não gostou nada de ter que dividir a atenção. Ele queria desesperadamente brincar e as meninas queriam desesperadamente assistir o último capítulo da novela.
Depois de muitos “vamos brincar!”, seguidos de muitos “schhh!”, e enquanto Anninha e sua amiga não piscavam os olhos em frente à TV, ele decidiu tomar uma atitude mais efetiva e falou:
– Vai começá a brincadera! Vai se iscondi-iscondi! Eu começo!
Correu para o lado da televisão e gritou:
Saaai!!!
Tão longe, tão perto
Miguel, com 2 anos e meio, ficou irritado com um brinquedo e o atirou com tudo, sem se preocupar com o seu paradeiro.
– Filho, não faz assim. Depois você não vai encontrar mais. Cadê? – perguntou sua mãe.
E ele, ainda irritado, respondeu:
– Tá lááááá perto do longe!
Ah, a Língua Portuguesa…
Poliamor, mamãe!
Observação apurada
Aula de história, alunos de 13 e 14 anos, capítulo sobre povos indígenas. A professora pede para os alunos observarem as imagens do capítulo, antes de efetivamente iniciarem a leitura. Após 12 imagens observadas, diferentes alunos comentam desanimados:
– Ah, não tem nenhum pelado!
imagem: gartic.uol.com.br


