Amanda, com 3 anos, conversando com a mãe:
– Mamãe, tenho uma moedinha e vou te comprar um brinco no dia das mamães.
– Obrigada, filha.
– E mamãe, no dia das filhinhas você pode me dar um cachorrinho?
Depois de aprontar
Voltando para casa, depois de fazer birra:
– Mamãe, você me “tiama”?
(E tem como não amar esse figurinha?)
Luca, com 5 anos e pouco, aprofundando seus conhecimentos sobre cardiologia:
– Pai, o coração tem coração? Dentro dele tem coração?
Theo, ainda com 4 anos e 8 meses, indo para a escola com o pai:
– Pai, você tem um dinheiro para eu comprar uma pipoquinha?
– Ixi, filho, não… só tenho cartão. – responde o pai após abrir a carteira.
– Ah, tudo bem. – responde o rapazinho em um dia calmo.
Mas o pai aproveita para tentar iniciar a “educação financeira” do rebento:
– Você sabe a diferença entre dinheiro e cartão, Theo?
E ele responde “de bate-pronto”:
– Claro, né? Dinheiro é mole, e cartão é duro!
Logo tudo se resolveu, pois a mãe de Bráulio, que realmente tinha precisado sair, voltou logo.
Quando soube da história, Lenina, uma das irmãs mais velhas de Amanda perguntou:
– Mas você sabe o que significa “exceto”, Amanda?
Esse post na verdade é um convite para a leitura de um outro post, escrito pelo Alberto Villas. Vale muito a pena, clique aqui!
– Mamãe, a irmãzinha quer o meu pãozinho?
Sofia, com 3 aninhos, quis passear com sua fantasia de Joaninha. Mas, quando uma senhora na rua disse:
– Que linda Joaninha!
Ela fez questão de explicar, com um pouquinho de braveza:
– Eu não sou uma joaninha, sou um ser-humano!
Mattias, com 3 anos e 3 meses, aspirando sua independência:
– Mãe, quando eu fizer 8 anos eu vou jogar você fola!