Amanda, com 3 anos, conversando com a mãe:
– Mamãe, tenho uma moedinha e vou te comprar um brinco no dia das mamães.
– Obrigada, filha.
– E mamãe, no dia das filhinhas você pode me dar um cachorrinho?
Theo, com quatro anos e nove meses, e Martin, com quatro anos e um mês, fazendo bagunça no sítio enquanto os pais tentavam descansar…
– Nossa, não vejo a hora de vocês dois ficarem adolescentes e poderem viajar para outros países… – fala o pai do Theo.
-Isso, vocês podem fazer um intercâmbio. – completa o pai do Martin.
– Eu não vou! – protesta Theo – Eu não vou, porque eu gosto muito do nosso planetinha!
– Eu vou! – declara Martin – Eu vou querer ir pra Votuporanga!
Lina, com três anos e meio, ajudando o papai a fazer sopa:
– É que eu adoro fazer recortagem, eu adoro… recortagem de batatas.
Sabe aquele negócio de prender o cabelo que é mais elegante do que o elástico?
A Sophia, quando tinha uns 3 anos, quase arrumou uma briga na escola por causa deste adereço…
Sophia: – Me dá minha Pivelinha!
Amiga da Sophia: – Aaai, não é Pivelinha, é Prrivelinha!!
Sophia: – Não! É Piiiivelinha! Me dá!!!
Amiga da Sophia: – Tó! Mas não é Pivelinha, é Prrivelinha!!!
Finalmente o pai da Sophia chegou para salvar a pobre fivela que quase quebrou no meio da disputa…
– Papai, o feneu tá purado?
…
– Mamãe, não consigo eLiquibrar esses livros!
…
– Ai, acho que eu tô com brefe!
…
João Pedro, de 2 anos e 9 meses, já gosta de observar a natureza e também de descobrir o significado das palavras.
– Problema é uma coisa difícil de resolver – explicou sua mãe.
Mas ele não se deu por satisfeito e completou:
Theo, com 4 anos e 7 meses, continua suas descobertas acerca das palavras e da anatomia:
Em uma festa de aniversário, comendo um Sonho de Valsa:
– Bombom, hummm, é bom, bom… é… chama bombom porque é muito bom…
Conversando com sua mãe, depois do almoço:
– Então, depois que a gente mastiga, a comida desce e vai pro estôgamo?
Antes de dormir, conversando com seu pai:
– Pode ir, pai, você esqueceu que eu já dórmo sozinho?
Mattias, com 3 anos, super conectado com sua irmãzinha, Corinna, que está para chegar:
– Que bom morar aqui, né, mãe?
– É, Matt, eu também adoro Ubatuba.
– Não, mãe. “Que bom morar dentro de você.” A Côli que tá falando.