Miguel, com quase seis anos, está com um gosto bem refinado para a música. Dia desses, pediu:
– Vivaldi não mãe, quero ouvir Mozart!
“Que filho culto”, pensou sua mãe, trocando de CD. E, em seguida, ele emendou:
– Depois bota um do Lasar Segal!
Miguel, com quase seis anos, está com um gosto bem refinado para a música. Dia desses, pediu:
– Vivaldi não mãe, quero ouvir Mozart!
“Que filho culto”, pensou sua mãe, trocando de CD. E, em seguida, ele emendou:
– Depois bota um do Lasar Segal!
Em um momento antes de dormir:
– Ô mãe, quando eu crescer eu quero ser tudo, tá bom?
E no dia seguinte no carro, no meio de uma conversa com o pai:
– … e como é a sua mãe? – pergunta Mauricio.
E depois de uma breve pausa, Theo responde:
– Ela é legal, é grande e é muito gostadora das pessoas.
Ian, com 1 ano e 5 meses, quando vê uma galinha:
– Cocó!
E quando vê um cavalo:
– Pococó!
O Bruno tinha uns 3 anos quando ganhou uma camiseta do Internacional. O pai, pra valorizar ainda mais o presente, explicou:
– A camisa é oficial e é feita daquele tecido especial, que resfria o suor.
No dia seguinte, Bruno acordou decidido e logo pediu:
– Mãe, hoje eu quero vestir a camisa do Inter. Aquela, a Risfial!
Lucas, com três anos, conversando com sua mãe:
– Filho, papai comprou um jogo de talheres para você.
– E como joga, mamãe?
Miguel tornou-se um frequente colaborador do blog (eba!) e semana passada envolveu-se com jogos de aposta e músicas barulhentas:
Corrida
– Mamãe, vamos apostar corrida? – pergunta o rapazinho.
– Não, filho, a mamãe está com preguiça.
– Mas então, vamos correr sem apostar?
Rock pesado
No meio da brincadeira, Miguel começou a gritar e fazer gesto com a mão na altura da barriga, como quem toca uma guitarra.
– Tá tocando rock, filho? – pergunta sua mãe.
E ele responde empolgado:
– É um rock muito roll, mamãe.